Guterres, solidário com forças armadas da RDCongo no combate ao terrorismo

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, disse ontem Sábado estar solidário com o povo e as forças armadas da República Democrática do Congo no combate ao terrorismo, problema que defendeu afectar o mundo inteiro

“Trata-se de uma visita de solidariedade para com o povo congolês. [Estamos solidários] com as forças armadas da República Democrática do Congo na luta contra o terrorismo, que é uma ameaça para a África e para o mundo inteiro”, defendeu António Guterres, que falava aos jornalistas em Goma, pouco após iniciar uma visita de três dias à República Democrática do Congo (RDCongo).

O secretário-geral da ONU disse ainda que a organização apoia as forças congolesas na eliminação progressiva dos grupos António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas armados e na “pronta resposta” às necessidades de segurança do povo congolês e de Kivu Norte. A agenda de ontem do secretário- geral da ONU inclui a cidade de Goma, uma das mais afectadas pelo Ébola, com várias reuniões de caráter humanitário e conversações sobre as actividades da Missão de paz das Nações Unidas na RDCongo, MONUSCO.

Hoje, António Guterres segue para a província de Kivu Norte, onde há um ano se identificou o primeiro caso daquele que é considerado o décimo surto de ébola no país. No Kivu Norte, vai visitar um centro de tratamento e manter encontros com sobreviventes da doença e prestadores de cuidados de saúde. António Guterres encontra-se com o presidente do país, Felix Tshisekedi, amanhã Segundafeira na capital, Kinshasa, onde será também recebido por membros do parlamento e representantes de organizações da sociedade civil.

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