Concluído processo das primeiras cinco empresas públicas a privatizar

O Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE) já concluiu o concurso público de privatização de 5 Unidades Industriais da Zona Económica Especial Luanda-Bengo

IGAPE realiza Segunda-feira, 9, uma cerimónia de assinatura dos contratos de aquisição das referidas unidades na Zona Económica Especial (ZEE), acto que contará com a presença de representantes da Sonangol Investimentos Industrias e da Sociedade de Desenvolvimento da ZEE.

As cinco unidades fazem parte de um leque de 175 empresas que vão ser alienadas por concurso público (CP), 11 por Leilão em Bolsa (LB) e nove por Oferta Pública Inicial (OPI).

Segundo a programação recentemente anunciada, o grande leque destas empresas será privatizado no próximo ano, com um total de 81 empresas a alienar, numa operação que prossegue em 2021 com a privatização de 12 empresas, sendo as últimas quatro privatizadas em 2022. Entre as empresas mais emblemáticas envolvidas neste processo contam-se as EP Sonangol, Endiama e TAAG, os bancos de Comércio e Indústria (BCI), Angolano de Investimentos (BAI), Caixa Geral de Angola (BCGA) e Económico, bem como as empresas financeiras Ensa Seguros e a Bolsa da Dívida e Valores de Angola (Bodiva). Estão incluídas as acções do estado nas unidades agro-industriais Aldeia Nova e Biocom, as têxteis Textang II, Satec e África Têxtil, as cimenteiras Nova Cimangola e Secil do Lobito, bem como as cervejeiras Cuca, Eka e Ngola e a construtora Mota Engil Angola.

As companhias de telecomunicações a passar para o capital privado, no âmbito do Propriv, são a Unitel (onde a MSTelecom tem uma participação de 20 por cento), a própria MS Telecom, Net One, Multitel, Angola Telecom, TV Cabo Angola, Angola Cables, Empresa Nacional de Correios e Telégrafos de Angola (ENCTA), Angola Comunicações e Sistemas (ACS) e Empresa de Listas Telefónicas de Angola (ELTA). Outras empresas listadas para a privatização são a companhia aérea da Sonangol, Sonair, a Sociedade de Gestão de Aeroportos (SGA, que substitui a Enana) e a Sonangalp, uma distribuidora de combustíveis detida em 51 por cento pela petrolífera estatal angolana

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