Transporte e acessos comprometem desempenho dos professores no Longonjo

Por:Alberto Bambi

 

Alguns professores destacados em escolas de zonas distantes do município do Longonjo, provincia do Huambo, como é o caso da Chilata, disseram que o seu trabalho, às vezes, fica comprometido, por causa da falta de transportes e do mau estado da via que liga a sede municipal a essa e outras localidades. “Se para vir do Huambo para a sede do município já é difícil, mais problemática ainda é a viagem que se faz daqui para a Chilata, porque o caminho que dá para lá é péssimo”, disseram os entrevistados de OPAÍS, que preferiram o anonimato. Segundo eles, neste período em que não cai chuva a situação parece estar normal, mais ainda com a terraplanagem que se vai fazendo até Catabola, a sede da comuna a que pertence a área da Chilata, considerada por si apenas como meio de um percurso que avaliam com mais de 60 quilómetros. Para os professores, que não recearam apresentar-se como forasteiros, o mais difícil não é chegar cedo às paragens de táxis no Huambo ou na Caála, mas ter a sorte de encontrar um carro com esses serviços para os levar à sede do Longonjo. Os entrevistados, que dizem ter perdido as contas do dinheiro que gastam mensalmente para chegar ao local de trabalho, revelaram que, até à Catabola ainda existe um ou outro carro, mas daí para Chilata o percurso é, normalmente, completado de motorizada.

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