Osvaldo Chisseque apresenta-se no Elinga Teatro com a peça “Um dia você aprende”

Trata-se de um monólogo motivacional, adaptado ao texto do poeta inglês William Shakespeare e ilustra, através de várias sequências, como uma derrota, o homem deve prosseguir.

Antónia Gonçalo

Actor do projecto “Qualidade e Cultura”, Osvaldo Chisseque, apresenta no Sábado e Domingo, (20 e 21) às 19 horas, no palco do Elinga Teatro o monólogo intitulado “Um dia você aprende”, baseado no texto do poeta William Shakespeare. Trata-se de um drama, com duração de 30 minutos, adaptado à realidade africana, que aborda à motivação de um aprendizado. A peça conta a história de um homem, que depois de ter passado por muitas experiências, positivas e negativas, observa ter chegado o momento de partilhar o seu aprendizado. De acordo com o actor, com a presente obra pretende demonstrar que o homem, depois de várias sequências, como a derrota, pode e deve continuar a viver.

“Temos notado que o homem desde a infância até à fase mais adulta passa por vários processos. Tudo isso faz com que nos tornemos no homem forte que somos. E se tratando de um texto do autor tão renomado no mundo requer também muitos cuidados ao interpretar”, disse.

Osvaldo Chisseque, que é actor há 12 anos, contou que a referida peça foi estreiada em 2016, e que a presente exibição é consequência da solicitação do público. Por essa razão, convida-os fazerem-se presente no local, a fim de constatarem a sua exibição. Quanto à apresentação de um monólogo, disse ser mais trabalhoso, pelo facto de exigir que o artista, em pleno palco, tenha a capacidade de atrair a atenção do público. “Por isso é necessário muito trabalho e dedicação.

Em trabalhos do género podemos também ver o nível de experiência do actor. Essa é uma das características do monólogo”, explicou.Actor do projecto “Qualidade e Cultura”, Osvaldo Chisseque, apresenta no Sábado e Domingo, (20 e 21) às 19 horas, no palco do Elinga Teatro o monólogo intitulado “Um dia você aprende”, baseado no texto do poeta William Shakespeare. Trata-se de um drama, com duração de 30 minutos, adaptado à realidade africana, que aborda à motivação de um aprendizado.

A peça conta a história de um homem, que depois de ter passado por muitas experiências, positivas e negativas, observa teAJr chegado o momento de partilhar o seu aprendizado. De acordo com o actor, com a presente obra pretende demonstrar que o homem, depois de várias sequências, como a derrota, pode e deve continuar a viver. “Temos notado que o homem desde a infância até à fase mais adulta passa por vários processos. Tudo isso faz com que nos tornemos no homem forte que somos.

E se tratando de um texto do autor tão renomado no mundo requer também muitos cuidados ao interpretar”, disse. Osvaldo Chisseque, que é actor há 12 anos, contou que a referida peça foi estreiada em 2016, e que a presente exibição é consequência da solicitação do público. Por essa razão, convida-os fazerem-se presente no local, a fim de constatarem a sua exibição.

Quanto à apresentação de um monólogo, disse ser mais trabalhoso, pelo facto de exigir que o artista, em pleno palco, tenha a capacidade de atrair a atenção do público. “Por isso é necessário muito trabalho e dedicação. Em trabalhos do género podemos também ver o nível de experiência do actor. Essa é uma das características do monólogo”, explicou.

Excertos do texto

“Um dia aprendemos que, por mais que tentemos não errar, algum dia em algum momento não iremos conseguir. Aprendemos que por mais que tentemos ser bons para com os outros, um dia eles não serão bons para connosco, e teremos que perdoá-los por isso. Aprende que com conversas quase tudo se resolve, ou quase nada. Aprende que tem pessoas que não sabe conversar e que nessas conversas, as palavras podem funcionar como armas, isso quando não são usadas para ofender e humilhar. Você aprende que a vida é só uma e que deve aproveitá-la. Você aprende que deve-se pensar duas vezes antes de tomar qualquer atitude, pois, pode-se pagar muito caro se mal tomada. Você aprende que relacionamentos levam muito tempo para serem construídos, é muito pouco para serem destruídos. Você aprende que deve aprender com os erros e aprende que raramente aprende com os seus erros. Aprende que deve lutar pelos seus ideais. Aprende que deve sonhar e que deve ter os pés no chão. Aprende que as vezes não é necessário muito para se fazer grandes coisas, e que as vezes o muito não basta para se resolver algumas coisas.

 

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