213 mil toneladas de atum encontradas em navio senegalês em Angola

Na operação mar seguro, uma extensão da Operação Transparência o Governo travou a saída de 213 mil toneladas de atum que se encontram no interior do navio internacional de pesca Point Sant Louis, do Senegal, avaliado em mil milhões de kwanzas, sem cumprir qualquer regra aduaneira ou fiscal. O produto estava pronto a abandonar o país.

Esta informação foi prestada à imprensa pelo porta-voz da Operação Transparência, António Bernardo, quando fazia o balanço de um ano da Operação Transparência, ontem 20, em Luanda.

Outras 350 embarcações foram interpeladas com 20 toneladas de mariscos e mais de 200 toneladas de pescado diverso, incluído espécies que se encontravam em situação de veda.

Das multas aplicadas às embarcações ilegais, entre nacionais e estrangeiras, o Estado arrecadou para os seus cofres mil milhões, seiscentos e cinquenta e quatro milhões e duzentos e quarenta mil kz (1.654.240.000 kz).

Mais de 550 mil imigrantes viviam ilegalmente em Angola, particularmente nas zonas diamantíferas, sendo que no decurso da operação 430 abandonaram voluntariamente o país.

 

Estado licencia 245 ‘exploradores’ de diamantes e tem prejuízos

Das 245 licenças emitidas pelo Estado, para exploração diamantífera, no âmbito da Operação Transparência, apenas 20 estão a funcionar. As razões paras as outras cruzarem os braços ainda são desconhecidas pelas autoridades, segundo revelou o comissário António Bernardo, porta-voz desta operação, quando fazia o balanço do primeiro ano de actividades.

O contrato celebrado com as cooperativas prevê exploração nas áreas diamantíferas por dois anos, mas o Estado angolano pondera tomar medidas para as mais de 200 empresas que continuam sem funcionar por causa dos prejuízos económicos decorrentes da situação.

 

 

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