Campeões africanos ainda não receberam prémios

 

Por:Sebastião Félix

Os atletas da Selecção Nacional masculina de basquetebol em sub-16 e em sub-18, que conquistaram o Afrobasket 2013 em Antanarivo, Madagáscar, e em 2016, em Kigali, no Rwanda, ainda não receberam os respectivos prémios, segundo uma fonte ligada ao processo. O Ministério da Juventude e Desportos (Minjude), órgão responsável pela premiação, desde que os atletas regressaram ao país com o troféu, não moveu qualquer palha. Segundo fonte de OPAÍS, de promessas e abraços o Ministério da Juventude e Desportos não passou até agora. Por esta razão, alguns encarregados de educação estão agastados com a atitude daquela instituição. Aos poucos, vão desmotivando os filhos a não praticarem determinadas modalidades, por falta de incentivo.

É preferível os nossos filhos estudarem do que jogar basquetebol. Não há qualquer incentivo. Isto não se faz”, lamentou a fonte deste jornal. Childe Dundão, Sílvio de Sousa, Ismael e Bruno Fernandes, agora na NBA, e outros fazem parte desta geração de campeões africanos. Agora que chegou ao melhor basquetebol do mundo, a NBA, o prémio para si, quiçá, faz parte do passado. Por conta disto, a fonte deste jornal adianta que a Federação Angolana de Basquetebol (FAB) desconhece as razões do incumprimento do Ministério da Juventude e Desportos. O processo já leva algum tempo, logo o órgão que rege a modalidade no país, por saber que é um prémio de classificação, espera que o problema seja brevemente resolvido. Num passado recente falouse da premiação dos jogadores, mas o assunto, parece, não foi levado a sério pelos responsáveis. Este jornal tentou ouvir a reacção do Ministério da Juventude e Desportos, mas sem sucesso.

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