Áreas de conservação aberta ao investimento privado

Ministério do Ambiente convida os investidores nacionais e estrangeiros a apostarem nos parques nacionais e reservas regionais de Angola, desde que respeitem a fauna e fl ora selvagem

De acordo com o consultor do sector Dário Santos, os parques de Angola, num total de oito, começam a ganhar infra-estruturas administrativas, desde 2008, para apoiar os empresários que queiram apostar no ecoturismo e contribuir para a diversificação da economia, além da criação de empregos nas zonas rurais. Ao falar no 1º Congresso Nacional de Hotelaria, que decorreu de 26 a 27 deste mês, avançou que a legislação em vigor permite a construção de lodges, acampamentos, chalés, resorts e áreas de campismo para a montagem de tendas, infraestruturas que não afectam o eco-sistema das áreas de conservação

. Dário Santos, que apresentou o tema “ Implantação de Hotéis nas Zonas de Conservação em Angola” no referido Congresso, disse que nas áreas protegidas os investidores devem saber proteger o espaço, evitando fazer uso de material poluente ou outro que põe em perigo a vida selvagem. Os parques nacionais da Quissama e de Calandula são as duas reservas naturais que já dispõem de infra-estruturas, o que tem permitido a promoção do ecoturismo, apesar de decorrer ainda de forma tímida. São requisitos para implantação de infra-estrutura nos parques, um contrato de exploração turística, apresentação de proposta de planta do projecto a elaborar, de estudos de impacto ambiental e capacidade fi nanceira. Neste encontro, especialistas de Moçambique partilharam experiências sobre o ramo.

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