O editorial:O que é o fogo para nós?

Foi algo ridícula a “coceira” com que alguns governantes reagiram às notícias de Agosto sobre o número de fogos em Angola. Não era nada, diziam, quando deveriam ter assumido, deixando a vergonha de lado, que Angola não tem meios nem para monitorar, nem para combater incêndios fl orestais. Com os urbanos, depende de onde arde. Há uma escassez de quartéis e de meios de bombeiros que salta à vista de qualquer leigo. Tudo isto fi cou exposto no incêndio que consumiu a Administração de Talatona. Os meios deslocados para o local nunca poderiam fazer face àquele fogo, a não ser que fossem avisados com antecedência e lá estivessem à espera da ignição. Mas não é assim a vida real. Há gente que tem acordar neste mundo.

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