Paraquedista português morre num exercício em Beja

Exército diz que o sistema de abertura do paraquedas falhou durante um salto de queda livre operacional esta Sexta- feira de manhã na Base Aérea de Beja. O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa apresentou “sentidas condolências” à família do familiar morto

O Exército português, que disponibilizou apoio psicológico à família do sargento paraquedista, encontra-se agora a realizar o processo de averiguações para apurar as circunstâncias em que ocorreu este acidente. O Real Thaw 2019, exercício em que o sargento acidentado participava, começou no dia 22 deste mês e prolonga-se até 04 de Outubro, envolvendo militares da Força Aérea, Marinha e Exército e de países como a Dinamarca, Espanha, França, Holanda, EUA e OTAN. No total estão envolvidos 600 participantes e 21 aeronaves. O principal objectivo do evento é avaliar e certificar a capacidade operacional da Força Aérea, proporcionando treino conjunto (vários ramos) e combinado (diferentes países) multinacional.

O Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, apresentou “as mais sentidas condolências” à família do militar. “Foi com enorme consternação que tomei conhecimento do falecimento de um militar do Regimento de Paraquedistas. Associo-me a este grande desgosto, apresentando as minhas mais sentidas condolências aos familiares deste militar do Exército, que pereceu ao serviço de Portugal”, pode ler-se numa nota de Marcelo Rebelo Sousa no site da Presidência. “Quero igualmente manifestar o meu pesar e solidariedade a todos aqueles que sentem com maior dor a perda súbita deste seu camarada e amigo, em particular todos os paraquedistas”, conclui a nota do Presidente da República, também Comandante Supremo das Forças Armadas. O Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, também endereçou condolências “à família enlutada, ao Exército, à família militar e aos amigos”.

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