Maka à 4ª Feira da UEA destaca feitos do escritor António Jacinto

António Jacinto, escritor e um dos maiores nacionalistas angolanos, foi um defensor ferrenho da cultura angolana

Por:Adjelson Coimbra

“Vida e Obra” de António Jacinto e sua luta pela valorização do nacionalismo angolano foi o tema da “Maka à Quartafeira”, 2, na União dos Escritores Angolanos (UEA), em Luanda. Familiares, escritores e até admiradores juntaram-se ao evento para recordar os actos benévolos deste homem com espírito de guerrilha.

Na ocasião, o escritor Boaventura Cardoso, contemporâneo de António Jacinto, ao intervir no debate, referiu que o conheceu na Delegação do MPLA na Vila Alice e tem-no como um homem exemplar. O escritor disse lembrar-se com uma certa nostalgia de quando o António Jacinto, escritor e um dos maiores nacionalistas angolanos, foi um defensor ferrenho da cultura angolana Maka à 4ª Feira da UEA destaca feitos do escritor António Jacinto contou ser de carácter obrigatório os estudos sobre a vida e obra do nacionalista.

Já Maria José, sobrinha do nacionalista, disse ter-se surpreendido quando o viu pela primeira vez, uma vez que esperava ser um homem maior em aspectos fisionómicos. Recorda que desde tenra idade ouvia falar que o seu tio era alguém com bastante vivacidade e guerrilheiro. Dentre vários episódios pitorescos que passou com o tio, Maria José optou por descrever também quando apareceu grávida em casa, por ser solteira e nunca ter apresentado um namorado, esperava que o tio fosse reagir mal.

Enquanto isso, David Capelenguela, secretário-geral da União dos Escritores, defendeu a valorização, cada vez maior, do nacionalista a nível do país, e não apenas na União dos Escritores Angolanos. nacionalista se juntou a si, para participar no processo de criação da União dos Escritores Angolanos, e de o ter substituído, aquando da viagem da sua viagem a Cuba, em missão de serviço. Boaventura Cardoso, que também foi titular da pasta da Cultura, realçou que o guerrilheiro lançou as bases da política cultural angolana, ressaltando o facto de ter sido o primeiro secretário de Estado da Cultura. E tudo aconteceu numa altura em que António Jacinto alicerçava assim as primeiras sementes culturais. Foi num período em que predominava o regime colonial e as nossas tradições serviam de arma de combate, revolucionária e científica.

Não obstante esses factores, o nacionalista referiu-se também à formação artística, que envolveu agentes culturais preparados para dinamizar a cultura, e em consequência disso foram surgindo instrutores de arte nos domínios da música, artes plásticas e cénicas. “Foram criados os centros culturais nos bairros a nível de todo o país, uma rede de museus, bibliotecas populares, salas de leitura, cinema itinerante, inclusive a cerâmica, disse Boaventura Cardoso, acrescentando que foi, de facto, um movimento artístico muito intenso e abrangente, graças ao “Pioneiro da Cultura”, António Jacinto.

Outros depoimentos

Opinião semelhante foi também a do escritor Fernando Oliveira, que disse lembrar-se de António Jacinto como um exímio académico, de bom carácter e responsável. Quem também partilhou a mesma ideia foi a professora Inês, da Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto, que contou ser de carácter obrigatório os estudos sobre a vida e obra do nacionalista. Já Maria José, sobrinha do nacionalista, disse ter-se surpreendido quando o viu pela primeira vez, uma vez que esperava ser um homem maior em aspectos fi sionómicos. Recorda que desde tenra idade ouvia falar que o seu tio era alguém com bastante vivacidade e guerrilheiro.

Dentre vários episódios pitorescos que passou com o tio, Maria José optou por descrever também quando apareceu grávida em casa, por ser solteira e nunca ter apresentado um namorado, esperava que o tio fosse reagir mal. Enquanto isso, David Capelenguela, secretário-geral da União dos Escritores, defendeu a valorização, cada vez maior, do nacionalista a nível do país, e não apenas na União dos Escritores Angolanos.

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