Vozes, acrobacia e dança marcam “I Festival Cultural Angola-China”

O evento que, doravante, passa a ter periodicidade anual, visa o reforço das relações entre os dois países

Por:Domingos Bento

Aconteceu ontem, em Luanda, o primeiro Festival Cultural Angola- China que, durante duas horas, juntou fazedores de artes de ambos os países nas mais diversas disciplinas artísticas. A música, a acrobacia e a dança foram das artes que mais marcaram os convidados que lotaram o Instituto Confúcio, no Campus Universitário de Camama, num ambiente “Ango-China”. Ao todo, foram 18 artistas e bandas de música entre angolanos e chineses que proporcionaram o melhor da arte dos dois países. Aos presentes, os artistas interpretaram clássicos do cancioneiro angolano e chinês, o que despertou o espírito de unidade e fraternidade entre as duas nações. Dentre os artistas angolanos, o Coro Ngola, a Orquestra Sinfónica Vozes de África e Adão Mingy interpretaram clássicos de Teta Landu, Filipe Mukenga, André Mingas, Elias Diakimwenzo, David Zé e Urbano de Castro.

Da China

Já da parte chinesa, Jin Xing, Banda de Violão da China e o grupo de estudantes do Instituto Confúcio brindaram os presentes com o melhor do cancioneiro daquele gigante asiático. João Shang, da associação dos Chineses Voluntários, disse a OPAÍS que pretende-se, com actividades similares, fortalecer as relações culturais entre os dois países.

Segundo o responsável, dado o impacto que o evento teve, doravante, o mesmo terá periodicidade anual. De acordo ainda com João Shang, o espectáculo foi realizado no âmbito das actividades em saudação aos 70 anos da Fundação da República Popular da China e dos 36 anos do estabelecimento da relação entre os dois países. “Dada a importância das relações entre os dois países, o Centro de Promoção Cultural da Associação dos Chineses Voluntários em Angola decidiu realizar esse espectáculo para mostrar que estamos sempre juntos, mantendo as relações mais sólidas, não só por via dos protocolos económicos e financeiros, como também pela Cultura, pois como slogan de cá, a Cultura fortalece a nação”, frisou.

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