Indústria nacional torna-se cada vez mais competitiva e em desenvolvimento

A quarta edição da Expo- indústria 2019 abriu ontem as portas na Zona Económica Especial (ZEE) com um total de 300 empresas nacionais, numa cerimónia cujo corte de fita esteve a cargo do Presidente da República, João LourençoA quarta edição da Expo- indústria 2019 abriu ontem as portas na Zona Económica Especial (ZEE) com um total de 300 empresas nacionais, numa cerimónia cujo corte de fita esteve a cargo do Presidente da República, João Lourenço

Por:Brenda Sambo

  O país conta com uma indústria transformadora tecnologicamente desenvolvida e competitiva, com capacidade para apresentar resultados de qualidade, capaz de responder às necessidade do mercado, afirmou o secretário de Estado da Indústria, Ivan Magalhães do Prado. Para o dirigente, que falou ontem na cerimónia de abertura da Expo-indústria, os produtos da indústria nacional são capazes de competir com os produtos importados, contribuindo desta forma para a substituição das importações e por conseguinte para a poupança de divisas.

Destacou também o desenvolvimento da indústria transformadora no segmento alimentar e das bebidas. Como exemplo, referiu a questão da indústria de produtos alimentares, nomeadamente a farinha de trigo, fuba de milho, bolachas, iogurtes, a massa alimentar e a indústria de bebidas. “Angola começa a ser sinónimo de indústria e essa indústria é por si só sinónimo de qualidade, de inovação, bem como de capacidade de resposta e de compromisso”, disse.

Desta feita, o Executivo angolano tem empreendido vários esforços com vista a melhoria do ambiente de negócio e de toda a situação económica no país. Por exemplo, lembrou, a alteração da pauta aduaneira e o Decreto Presidencial nº 23/19, de 14 de Janeiro, cujo objectivo primordial é o apoio à produção nacional. Referiu ainda que em comparação aos anos anteriores, esta é a maior edição de sempre não só pelo número, dada a dimensão do espaço, mas também do número de empresas.

Por isso, aproveitou a ocasião compromisso”, disse. Desta feita, o Executivo angolano tem empreendido vários esforços com vista a melhoria do ambiente de negócio e de toda a situação económica no país. Por exemplo, lembrou, a alteração da pauta aduaneira e o Decreto Presidencial nº 23/19, de 14 de Janeiro, cujo objectivo primordial é o apoio à produção nacional. Referiu ainda que em comparação aos anos anteriores, esta é a maior edição de sempre não só pelo número, dada a dimensão do espaço, mas também do número de empresas. Por isso, aproveitou a ocasião para agradecer os esforços dos empresários nacionais que contribuem para o desenvolvimento do país.

Mais de 300 expositores

Mais de 300 expositores nacionais das províncias do Bengo, Benguela, Namibe, Huila, Cuando Cubango, entre outras participam no evento. O evento acolhe empresas dos sectores alimentar, bebidas, refinação de Petróleo, pneus, fertilizantes, celulose, vidro, aço, sabão, sal, enchidos, lacticínios, sumos, refrigerantes, água mineral, tintas e vernizes, papel, cartão plásticos e varões de aço.

Sob lema “Mais Indústria, mais emprego, mais Angola”, a Expo-indústria 2019 promete superar as edições anteriores. A Expo-indústria tem sido a maior montra da indústria em Angola, tendo como objectivo a promoção das potencialidades económicas e industriais do país, na perspectiva de contribuir para a diversificação da economia nacional, substituir as importações, aumentar as exportações e reduzir o desemprego e a pobreza. Para este ano, a projecção é de 15 mil visitantes, numa exposição a ser realizada numa área total de 28 mil metros quadrados

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