Nacionalidade portuguesa pode tramar Adalberto Júnior

O candidato à liderança da UNITA, Adalberto da Costa Júnior viu a sua candidatura “condicionada” enquanto não apresentar uma prova documental de renúncia da nacionalidade portuguesa. Segundo o porta-voz do congresso do partido, Ruben Sikato, o Comité Permanente da UNITA, reunido esta sexta-feira (11), aceitou “sem nenhuma reserva” as candidaturas da Abilio Camalata Numa, Pedro Catchiungo e Alcides Sakala. Embora também tivesse sido aprovada, a candidatura do deputado Adalberto Júnior está, entretanto, “dependente da apresentação de uma prova documental que mostra que já não tem nacionalidade portuguesa. O candidato deverá apresentar essa prova até três dias antes do congresso, marcado para os dias 13 a 15 de Novembro próximo. Sikato ressaltou que ” este facto não impede” que o candidato possa fazer a sua campanha eleitoral. Quanto à candidatura do actual vice-presidente, Raul Danda, a direcção da UNITA decidiu rejeitá-la. Segundo Ruben Sikato, o candidato deverá provar que teve uma “militância consecutiva” de até 15 anos para que a mesma possa vir a ser aceite, em respeitos aos estatutos do partido. Danda tem oito dias para “apresentar um recurso mais detalhado sobre as razão que fazem com que a sua candidatura seja aceite, segundo o porta-voz do congresso”, sustentou.

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