“Rixa” entre gangs em Benguela leva à morte de um dos líderes

No fim-de-semana, um desentendimento entre os grupos de marginais “415” e “Staff Candão”, no bairro do Kapiandalo, município de Benguela, culminou na morte do líder de um destes e incêndios em casas dos seus familiares e amigos. Detidos seis suspeitos, a Polícia Nacional em Benguela garante não haver motivos para pânico

Polícia terá sido alertada pela população, às 5 horas da tarde de Sábado, 19 de Outubro, denunciandose a onda de violência gerada no “Rixa” entre gangs em Benguela leva à morte de um dos líderes bairro Kapiandalo, em Benguela, envolvendo dois gangs rivais, “415” e “Staff Candão”. Os factos apurados, partilhados pelo director do Gabinete de Comunicação Institucional, inspector Filipe Cachota, apontam para um morto e várias casas vandalizadas, com recurso ao “fogo e meios artesanais”, narrou. Por desvendar, está a associação de cada um dos seis detidos ao respectivo gang a que pertença, porque, ambas as organizações criminosas já constavam no cadastro da Polícia e, “parte dos membros vivem naquela área”. O inspector Cachota declarou que as investigações prosseguem e, questionado sobre a frequência deste tipo de incidentes vingativos no município de Benguela, fez saber que “não é regular, vai ocorrendo uma, ou outra vez”. Tudo terá surgido porque, supostamente, um elemento do “Staff Candão” foi agredido por rivais, ficando inanimado. Os companheiros, julgandoo morto, dirigiram-se à casa da mãe do líder dos “415” para ajustar contas, matando-o. O malogrado chamava-se Joaquim Venâncio Machado, de 30 anos, solteiro, sem profissão, chefiava os “415”.

Foi alvo de “esfaqueamentos”, por parte do grupo de marginais adversário, que invadiu e incendiou a casa da sua mãe.A Polícia lamenta a morte do cidadão, todavia, o inspector realçou ser importante perceber os motivos que levam adultos a enveredarem para e permanecerem na delinquência, é importante conhecer as suas bases e famílias, sugeriu.

Os indivíduos detidos, enquadrados nas faixas etárias dos 19 aos 34 anos, são residentes no bairro Kapiandalo. Na zona há uma esquadra móvel mas, “a Polícia está a tomar medidas de reforço para o patrulhamento”.

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