Funcionários da Elisal clamam por melhores condições de trabalho

Para além do pagamento do salário de forma irregular, a falta de condições de trabalho e de assistência médica aos profissionais motivaram a paralisação, ontem, dos serviços da Empresa de Limpeza e Saneamento de Luanda (Elisal)

Empregada da Elisal há 11 anos, Fernanda Domingos lembrou que se registam dificuldades desde 2014, sendo que uma das principais é a falta de meios, ou seja, as condições de trabalho são precárias, pelo facto de 95% dos funcionários terem contraído tuberculose e o centro médico da empresa não ter como assistir os doentes. Outra situação que deixa desconfortável a classe de trabalhadores é o facto de que, durante o dia, enquanto estiverem a trabalhar numa determinada área, devem regressar para a direcção e assinar a presença, quatro vezes ao dia, às 6, 12, 14 e às 16 horas. Questionou os descontos de 50% que estão a ser feitos aos trabalhadores doentes.

“Onde vai”? “O salário já é pouco, mais ainda assim descontam, mesmo sabendo que se trata de um doente, pensamos que a direcção está a contribuir para outras patologias, para além das profissionais que já padecem”. Uma das doentes, Maria Miguel, 59 anos, trabalha há 16 anos na Elisal, actualmente está de baixa a recuperar de um acidente de trabalho, fraturou a coluna. Lamentou que desde o mês de Maio do ano em curso lhe estejam a ser descontados 50% do seu ordenado, recebendo apenas 20 mil kwanzas.

Dentro de 30 dias as condições de trabalho vão melhorar Ventura Luciano, primeiro secretário da comissão sindical da Em presa de Limpeza e Saneamento de Luanda (Elisal), depois da reunião que durou mais de seis horas com governador provincial Sérgio Luther Rescova e a comissão de gestão da referida firma, explicou que ficou acordado que os atrasos salariais serão ultrapassados. Sobre as condições de trabalho, o governador também prometeu que dentro de 30 dias a situação vai melhorar.

Sérgio Luther Rescova orientou a comissão de gestão a não proceder a mais descontos a esses profissionais, bem como regularizar a situação de segurança social e reformar os trabalhadores que estiverem na idade de reforma. O director provincial da Saúde, Miguel Gaspar, foi chamado também a participar na reunião e, segundo Ventura Luciano, comprometeu- se a ajudar o centro médico da empresa, de modo a que não venha a registar mais falta de fármacos, incluído o paracetamol.

A paralisação dos serviços, ontem, foi devido aos constantes atrasos salariais, situação que se vem registando desde 2014, e que, mesmo com as constantes assembleias que realizam com a direcção da empresa não há melhorias.presa de Limpeza e Saneamento de Luanda (Elisal), depois da reunião que durou mais de seis horas com governador provincial Sérgio Luther Rescova e a comissão de gestão da referida firma, explicou que ficou acordado que os atrasos salariais serão ultrapassados. Sobre as condições de trabalho, o governador também prometeu que dentro de 30 dias a situação vai melhorar.

Sérgio Luther Rescova orientou a comissão de gestão a não proceder a mais descontos a esses profissionais, bem como regularizar a situação de segurança social e reformar os trabalhadores que estiverem na idade de reforma. O director provincial da Saúde, Miguel Gaspar, foi chamado também a participar na reunião e, segundo Ventura Luciano, comprometeu- se a ajudar o centro médico da empresa, de modo a que não venha a registar mais falta de fármacos, incluído o paracetamol. A paralisação dos serviços, ontem, foi devido aos constantes atrasos salariais, situação que se vem registando desde 2014, e que, mesmo com as constantes assembleias que realizam com a direcção da empresa não há melhorias.

 

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