Fundação Dokolo celebra “Dipanda” com noite de Jazz e Semba no Palácio de Ferro

Duas noites, dois estilos musicais e um só objectivo: a celebração da Independência. A proposta é da Fundação Sindika Dokolo

A primeira noite será reservada ao estilo Jazz, no dia 9 (Sábado), ao passo que a segunda com o Semba em cartaz, será a 11 de Novembro (Segunda- feira), Ddia da independência nacional, em acto a decorrer no Palácio de Ferro, à baixa de Luanda, com vista a celebrar a data em que Angola tornou-se num Estado soberano. Por essa razão, no quadro da continuidade do projecto “Jazz é Fixe”, a Fundação Sindika Dokolo dá a ouvir ao público três vozes femininas do jazz, designadamente Aylasa, Unekka e Sara Saka, para uma apresentação memorável ao ritmo deste género musical secular.

Aylasa é uma cantora que nos últimos tempos tem despontado no circuito da música alternativa e em bares, também participou na última edição do Festival da Canção da LAC e no ‘Show do Mês, o Bar das Emoções’. Aos 14 anos lançou-se aos palcos, tendo apostado na canção e composição nos últimos cinco anos. Em paralelo às suas aparições individuais é vocalista da banda feminina Ukãi.

As suas grandes influências são Amy Winehouse, Aline Frazão, Totó St, Carlos Praia, Tom Jobim, Elis Regina, dentre outros. Unekka jovem natural do Sumbe, residente em Luanda, tem conquistado o seu espaço nas casas, onde a “chamada música alternativa faz morada com regularidade desde 2015. Formada em gestão, como cantora e professora de violão aposta na World Music, Jazz, Blues, Reggae e Soulmusic.

As suas influências passam de Ayo, Baba Mal, Asa, Nneka, Nina Simone, Sara Tavares, Jazz, blues, Reggae, Semba, dentre outros estilos. Membro da Associação Afrocracia, desenvolve o projecto social “Tchinganji e Batuque”, usa a arte como um forte veículo de consciencialização.

Já Sara Saka é uma voz que vai aparecendo em espaços como Alvalade 61, Chá de Caxinde, onde participou no espectáculo de Filipe Mukenga, dentre outros projectos artístico, como Nzola Spoken Word e como corista no concerto de MCK. Sara é uma jovem estudante universitária de comunicação tem uma forte inclinação pelo Jazz, Soul, música contemporânea e alternativa. Por sua vez, Unekka, jovem natural do Sumbe, residente em Luanda, tem conquistado o seu espaço nas casas, onde a “chamada música alternativa faz morada,com regularidade desde 2015.

Numa homenagem ao rei do bolero angolano, Chico Montenegro, falecido recentemente, juntam-se outros motivos às festividades da Independência Nacional, em que se celebrará a música angolana e serve como um ante-projecto do “Mais Semba Festival”, que brevemente chega ao conhecimento do público.

Com suporte da banda Welwitchia com Carlos Timóteo “Calili”, Joãozinho Morgado, Zeca Terilene e Raúl Tolingas, o jovem promissor Texas terá a responsabilidade de substituir Botto Trindade com reforço de Lito Graça e Josué, nos teclados, ao conjunto vai acompanhar vozes representativas do Semba.

Os artistas Legalise, Guilhermino e Tony do Fumo Filho marcarão presença com temas do seu reportório e que marcam o cancioneiro nacional. Um outro convidado é Dennis Samaya, solista que trará os ritmos do Leste como a Tchianda.

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