Centralidade da açucareira continua paralisada por falta de financiamento

o projecto para a construção da centralidade da açucareira, na província do Bengo, continua paralisada desde que foi lançada a primeira pedra, em 2017, por falta de financiamento para dar continuidade ao projecto, fez saber o director de Obras Públicas no Bengo, Edgar Hilário

O Projecto Habitacional da Açucareira (PHC), cuja primeira pedra foi lançada em 2017, em Caxito, província do Bengo, previa 212 apartamentos do tipo T3 para acolher mil e 272 habitantes numa primeira fase, não avançou muito e, até ao momento, nada se fala sobre os fogos habitacionais. Segundo o director das Obras Públicas no Bengo, Edgar Hilário, foram realizados os trabalhos preliminares nomeadamente, estaleiros, mas não passou desse processo.

“A Centralidade da Açucareira não teve muitos avanços, tendo em conta o contexto financeiro em que o país se encontra. É preciso uma linha de financiamento estável”, dis
se. Sem avançar datas ou prazos, o responsável frisou que existe um esforço e engajamento por parte do Executivo para conseguir uma linha de crédito para dar continuidade ao projecto habitacional.

O Projecto Habitacional da Açucareira (PHC), cuja primeira pedra foi lançada, em 2017, em Caxito, província do Bengo, previa a construção de 212 apartamentos do tipo T3 que haveriam de beneficiar mil e 272 habitantes numa primeira fase.

O projecto foi lançado no âmbito do Plano Nacional de Urbanismo e a Habitação, e ao Bengo tinha sido consignado, em 2002, um projecto habitacional de duas mil casas, que não foi concretizado.
Centralidade do Capari ocupada 25% Neste momento, a centralidade do Capari encontra-se com uma taxa de ocupação de 25%, pelo facto de decorrer um processo de selecção para os futuros moradores, pela Imogestin, empresa responsável pela distribuição das casas.

A centralidade do Capari foi desenvolvida na localidade com o mesmo nome. O projecto foi concebido para 4.000 fogos e prevê-se albergar uma população estimada em 24.000 habitantes, desenvolvendose numa área total de 90,5 hectares, incluindo a área adicional onde foram construídos os equipamentos. Subdividido em onze sectores urbanos (blocos), separados entre si pelas vias primárias da urbanização, não existe diversidade nos edifícios habitacionais que disponibiliza, limitando-se a apartamentos do tipo T3 com duas variantes (A e B), em edifícios de dois pisos.

Os compromissos contratuais de construção civil incluem, além da edificação das moradias, a execução de infra-estruturas urbanas internas, nomeadamente rede viária e acessos, rede eléctrica e de iluminação pública, abastecimento domiciliar de água potável, drenagem de águas residuais e pluviais, rede de telecomunicações e trabalhos de paisagismo.

Sector das águas regista crescimento Ao nível da província do Bengo registrou-se um investimento no sector das águas, principalmente na cobertura em termos de distribuição em vários municípios. Por outro lado, foi feito um esforço para facilitar a mobilidade da população, com o melhoramento de algumas vias. Segundo o responsável, nesta altura, a província conta com mais de 66% em termos de distribuição de água potável contra 40% em 2017.

“Na comuna da Mabubas tem dois sistemas de água por inaugurar, porém foram já inaugurados sistemas de água no município dos Dembos no mês de Novembro do ano em curso, um pouco por todos os municípios da província foram feitos investimentos no sector das águas ”

error: Content is protected !!