Mais um professor que violou aluna [de 13 anos]

Um professor está detido, na província do Zaire, acusado de violação sexual de que é vítima uma sua aluna de 13 anos. Este é o segundo caso tornado público em três dias, depois de um professor em Luanda ter feito o mesmo com uma aluna de 16 anos

O professor, de 33 anos de idade, que leccionava na localidade do Konde, Zaire, está detido por acusação de abuso sexual contra a aluna de 13 anos de idade, facto que aconteceu no último 15 de Novembro. De acordo com as informações da Polícia, o acusado terá convidado a menor a seguir até a sua residência para constatar as notas nas pautas que estavam em sua posse, tendo -lhe adiantado a possibilidade de reprovar caso não aceitasse relacionar- se sexualmente. Após a menina ter recusado a proposta, o acusado forçou-a e manteve cópula ilícita com a mesma, que de seguida o denunciou.

O acusado está a contas com as instâncias judiciárias, aguardando os  trâmites que se impõem. Este é o segundo caso revelado em três dias, de violação sexual perpetrada por um professor sobre sua aluna, depois de um professor de 32 anos de uma das escolas da urbanização Nova Vida, em Luanda, ter sido detido Sexta-feira por se ter, supostamente, envolvido sexualmente com uma aluna de 16 anos de idade, em troca de nota alta na disciplina de matemática.

Este crime ocorreu no pretérito dia 26 de Setembro, mas a menor só o revelou aos seus encarregados de educação recentemente por ter resultado numa gravidez que a mesma decidiu abortar numa das unidades hospitalares de Luanda. Segundo o director de Comunicação Institucional e Imprensa do Serviço de Investigação Criminal (SIC), superintendente-chefe Fernando Carvalho, o presumível autor do crime aliciou a menor em troca de notas na disciplina que lecciona para a sua transição de classe. Fernando Carvalho esclareceu que a menor perdeu a criança por ter ingerido medicamentos que são destinados a ter esse efeito. Neste momento, o acusado encontra- se detido preventivamente, enquanto decorre a instrução processual. De realçar que estes não são os primeiros casos envolvendo professores e alunas registados este ano em Luanda.

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