2020 promete

O MPLA vai governar melhor o país do que o que tem feito até agora, só pode, ou arrisca-se a ser apeado. É quer vem aí uma fase longa de ataques ao seu percurso político e que se vai inaugurar já em Janeiro ou Fevereiro de 2020.

Com o início do ano, visando as autarquias que deverão acontecer a meio de 2020, Adalberto Costa Júnior e Abel Chivukuvuku (se o PRA-JA vingar) vão pôr-se na estrada para se apresentarem aos seus correligionários e para fazer “estragos” na base eleitoral do MPLA.

Os alvos vão ser sobretudo as periferias urbanas sobrepovoadas, e a classe média descontente, sobretudo as mulheres e os jovens. A CASA-CE vai tentar sobreviver ao ataque de Abel e de Adalberto desviando o foco do poder, cada vez mais inalcançável. Vamos ter um ano politicamente animado até as autárquicas, cujos resultados defi nirão quem passará ao ataque até 2022.

Mas o MPLA não está a dormir, há muito está na estrada, observese o trabalho que está a ser feito por Luísa Damião de consolidação das bases para depois as soltar como um enxame de abelhas em busca do voto.

MPLA e UNITA têm novas direcções, rejuvenescidas, mas que ainda precisam de “apresentação pública”, tirando os presidentes. Precisam de se mostrar irreverentes e inconformadas com a situação do país, um estado de coisas que, por outro lado, poderá levar a que a sociedade não queira saber de políticas e dos políticos, por mais que se pintem.

Nada garante que o próximo ano seja de farra política, embora seja obrigatório que os partidos soltem as fanfarras. Porém, o povo apenas não ligará nenhuma à política se os políticos não se superarem, se continuarem medíocres no debate, se continuarem a olhar para o seu umbigo, se continuarem a fingir que vivem em países inexistentes, em que ou esta tudo bem, ou está tudo mal. Seja como for, 2020 vai ser o primeiro grande teste às lideranças dos partidos que contam, todos eles com presidentes que irão pela primeira vez a exame.

E TAMBÉM

  Dia Internacional do Homem -19 de Novembro

O Dia Internacional do Homem é celebrado desde 1999. A iniciativa começou em Trinidad e Tobago, sendo despoletada por um único homem neste dia, o Dr. Jerome Teelucksingh, mas apoiada pela ONU e por vários grupos de defesa dos direitos masculinos da Europa, América do Norte, África e Ásia.

A mensagem deste dia é a promoção de modelos masculinos positivos do dia a dia, com vidas decentes e honestas. Os objectivos da data passam por celebrar as contribuições masculinas positivas para a sociedade, por promover a saúde masculina, por melhorar as relações entre géneros e por combater o sexismo (dr)

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