Dívida condiciona arranque da final do Nacional de hóquei

A primeira jornada da final do Campeonato Nacional de Hóquei em patins, à melhor de três jogos, entre o Petro e a Académica, não foi disputada ontem no Pavilhão da Cidadela Desportiva, em Luanda.

A Federação Angolana de Patinagem (FAP) deve aos árbitros e estes decidiram regressar ao trabalho quando o total ou metade do valor for pago. O órgão que rege a modalidade no país tem um passivo avaliado em um milhão e 500 mil Kwanzas com os árbitros.

Para evitar situações semelhantes às das outras modalidades, estes preferiram cessar, já, as funções e resolver primeiro o diferendo com a FAP. Por sua vez, o presidiente do Conselho Central de Árbitros, Nascimento Júnior, adiantou que os profissionais do apito só regressam ao trabalho quando o problema for resolvido.

O responsável fez saber que a FAP tem a obrigação de pagar a dívida, uma vez que o compromisso já foi honrado. “Esta é a nossa posição. Vamos aguardar pelos pronunciamentos do órgão que rege a modalidade no país”, afirmou o presidente do Conselho Central de Árbitros.

As razões que levaram a FAP a não cumprir os pagamentos foram “encriptadas” pelos dirigentes daquele organismo. Mas, fontes ligadas ao processo adiantaram a O PAÍS que o órgão que rege a modalidade no país enfrenta alguns problemas financeiros.

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