MININT busca apoio da Huawei no combate ao crime

O ministro do Interior, eugénio Laborinho, trabalha na China, desde o dia 26 de Novembro, e fez uma visita ao Centro de excelência, Inovação e exibição da Huawei, empresa que espera firmar parceria no apoio tecnológico para o combate ao crime em Angola

As potencialidades do Centro de Excelência, Inovação e Exibição da Huawei foram mostradas ontem ao ministro do Interior, convidado do vice-presidente do Conselho de Administração da referida empresa de tecnologia para a região de África, Zhao Yali. Na empresa Huawei, sediada na província de Guangdong, na República Popular da China, a Delegação angolana foi com o objectivo de avaliar a possibilidade de implementação de um equipamento tecnológico para o combate ao crime, bem como soluções práticas e tecnológicas para doptar os efectivos com maior capacidade de resposta e eficácia no que tange a prevenção e combate à criminalidade.

“Temos a plena consciência de que a Huawei, que é uma multinacional de referência mundial, especializada na concepção de produtos e sistemas tecnológicos que são implantados em diversos países, incluindo Angola, nos vai ajudar. Desenvolvemos uma parceria estratégica na construção e implementação de soluções tecnológicas que complementarão os sistemas do Centro Integrado de Segurança Pública (CISP)”, disse.

O ministro Laborinho manifestou o seu interesse em apostar na tecnologia da marca e acredita que este é um importante projecto, ambicionado pelo Executivo angolano e pelo Ministério do Interior, em particular, que trará mais-valias na gestão da segurança pública de Angola. “Trata-se de uma estrutura que irá auxiliar na coordenação da actividade dos órgãos de defesa e segurança e na monitorização da segurança pública”, reforçou.

Na sua agenda de trabalho constou, igualmente, uma visita ao Instituto Superior de Segurança Pública, onde foram rubricados memorando de entendimento. No mesmo dia, a delegação angolana deslocou-se ao centro de testes de aeronaves tripuladas e não tripuladas, que permitem realizar o patrulhamento aéreo de Segurança Pública e de fronteiras, algumas das quais, farão parte do projecto CISP.

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