O editorial:Quando a morte “vem” sempre do céu

Duas pessoas morreram e três outras ficaram gravemente feridas nos últimos quatro dias, no município da Ganda (Benguela), em consequência das descargas atmosféricas que acompanham as fortes chuvas que se abatem sobre a região, noticiou, ontem, a Angop. No Huambo, também uma jovem perdeu a vida ao ser atingida por um raio. Em Caluquembe, na Huíla, foram cinco pessoas. Quando não é a seca, é a chuva a matar, ou as descargas eléctricas atmosféricas. Mas, tal como na seca se pode cuidar para evitar mortes, também há que perguntar pelos para-raios que deveriam estar espalhados pelas regiões mais altas do país. Não é nada que se vá inventar, mas aqui, se é para cuidar da vida, nem nas escolas se ensina o básico.

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