Kamalata Numa promete mais trabalho a favor da dignidade dos antigos combatentes

O político, que assume agora o cargo de secretário nacional para os antigos combatentes da UNITA, lamentou a situação de indigência em que vivem aqueles que deram tudo pelo país, tendo prometido juntar forças com outras organizações para encontrar a solução para seus os problemas junto das instituições do Estado

Por: Maria custodia

O novo secretário nacional para os antigos combatentes da UNITA, Abílio Kamalata- Numa, disse que o seu mandato estará centrado nas acções tendentes a resolver os problemas dos antigos combatentes e veteranos de guerra. Segundo o político, por tudo o que estes homens deram em prol da defesa e dignidade do país, merecem uma atenção especial, pelo que irá trabalhar de forma a garantir maior estabilidade social a essa franja da sociedade. Para o efeito, frisou, vai trabalhar com as instituições do Estado de forma pedagógica e orientada para possibilitar aos antigos combatentes e veteranos da pátria, efectivamente, maior dignidade. Kamalata Numa disse lamentar a situação de indigência em que vivem aqueles que deram tudo pelo país e, por esse motivo, frisou, pretende juntar forças com outras organizações para encontrarem solução para os problemas junto das instituições do Estado.

O político considera ser uma nobre missão assumir o cargo de secretário nacional para os antigos combatentes da UNITA, pelo que prometeu exercer a sua missão com responsabilidade e empenho para ver melhorada a auto-suficiência deste grupo de cidadãos que, no seu entender, ainda passam por muitas dificuldades. “Foram os antigos combatentes que deram tudo por esta pátria. E neste momento continuam na indigência, situação que tende a se agravar nesta fase em que o país se encontra numa situação de crise económica”, frisou, tendo acrescentado que “vamos nos unir aos outros antigos combatentes, como do Exercito de Libertação Nacional de Angola (ELNA) para juntos fazermos um trabalho que dignifique a classe”.

Kamalata Numa, que também foi concorrente às eleições presidenciais da UNITA, disse que aceitou o pedido para fazer parte do novo elenco do partido por entender que o actual presidente, Adalberto Júnior, pretende apostar mais na massa juvenil e nas mulheres, de modo a que haja mais equilíbrio. “O facto de fazer parte da antiga geração e ser escolhido para fazer parte do novo elenco do partido representa, para mim, responsabilidade acrescida e pretendo passar a minha experiência e esperança aos mais jovens, para começarem a pensar que o país tem tudo para dar certo”, apontou.

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