Plantas, cisternas e negócios

Plantas, cisternas e negócios

Caro director Sou morador da parte Sul de Luanda, uma zona que antigamente era fértil, agrícola, mas que agora está só de poeira. As nossas autoridades, quando constroem bairros novos ou deixam alguém empreender na construção civil, esquecem-se da pavimentação ou da arborização para evitar a degradação dos solos e as poeiras.

Quem vive na zona Sul sabe do que falo. Mas agora, o novo governador, Rescova, parece que gosta mesmo do verde, não é como o outro esperto, aquele que dizia que bastava pintar o cimento de verde para os passageiros do avião pensarem que se Trata de relva. Mas já tivemos com cada um… o pior é que continuam por aí a fazer estragos. O governador Rescova está a plantar, basta passar pela rotunda da Fubu ou na Estrada de Camama para vermos esta realidade.

Só que há um problema: vai sair caro. Porque os novos jardins estão a ser regados com água de cisternas. Será que aqueles separadores enormes nunca se pensou colocar neles pontos de água? Com quem ficou este negocio das cisternas para os jardins e quanto custam? Aqui, parece que nada é sério, até quando parece boa intenção.

Fracisco Buta

Centralidade do Kilamba