Governador quer rentabilização das brigadas de mecanização agrícola

Governador quer rentabilização das brigadas de mecanização agrícola

Governador quer que as três empresas que ganharam o concurso público na província para aquisição destas máquinas, a título de crédito, as utilizem e rentabilizem convenientemente, para que cumpram os propósitos para os quais foram disponibilizadas pelo Executivo. “Queremos que, com estes meios, a província passe da agricultura de subsistência para a mecânica, de modo a cumprirmos com o antigo slogan de que “a agricultura é a base e a indústria o factor decisivo”, sublinhou. Pedro Makita Armando Júlia falava no acto de entrega dos primeiros kits constituídos por dez tractores e respectivas alfaias agrícolas e cinco charruas à empresa “ Tamaku, Lda”, uma das três apuradas no concurso público.

A referida empresa cumpriu com uma das cláusulas constantes no contrato que assinou com o Ministério de tutela, que consiste no pagamento de 19 milhões de kwanzas da primeira prestação, o equivalente a 20 por cento do custo global de cada kit. O governador encorajou, na ocasião, as restantes duas empresas vencedoras do concurso para que procedam também ao pagamento das primeiras prestações que as vão habilitar ao levantamento dos respectivos meios.

Por sua vez, o director do gabinete provincial da Agricultura, Pecuária e Pescas, Gouveia Pedro, avançou que está prevista a criação de três brigadas de mecanização agrícola na região, devendo cada uma delas atender dois municípios. As três empresas apuradas, nomeadamente “Tamaku, Lda”, Paciência e Filhos-Agropecuária e a“EMCICA” estão sedeadas nos municípios do Tomboco, Mbanza Kongo e Nzeto, respectivamente.

O responsável para a área produtiva da empresa “Tamaku, Lda”, Paulo João Paiva, informou que a sua fazenda, denominadas “Colinas de Lukunga” produz batata rena, banana, abacaxi, mandioca, citrinos e outros produtos numa área de mil e 500 hectares. Segundo afirmou, cerca de duas mil toneladas de cada um dos produtos mencionados são colhidas, semanalmente, nesta fazenda localizada na aldeia de Kiowa e que existe desde 2013, cuja força laboral está actualmente constituída por 40 trabalhadores