Benguela recebe 60 vagões para reforçar o CFB

Benguela recebe 60 vagões para reforçar o CFB

No seu discurso, o Presidente do Conselho de Administração do Caminho de Ferro de Benguela, Luís Lopes Teixeira, referiu que o fornecimento dos 60 vagões entregues no presente ano e os 240 que chegarão ao país no primeiro semestre de 2020 é resultado do esforço empreendido pelo CFB e pela Sinotrans, na mobilização de recursos, meios e equipamentos, e na criação de condições para o reforço da capacidade operacional do CFB.

“Os vagões vão dar resposta às solicitações do tráfego nacional e internacional, que têm sido cada vez mais exigentes, quer na definição e condições dos volumes a transportar, quer no cumprimento dos prazos de entrega das mercadorias”, explica. Luís Lopes Teixeira afirmou que a empresa que dirige está aberta ao investimento para a sua máxima e rápida rentabilização e agradeceu o empenho dos técnicos do CFB, da Sinotrans e do Instituto Nacional dos Caminhos de Ferro de Angola, pelo trabalho conjunto e apoio prestado. Por sua vez, o director-adjunto da Sinotrans Angola, Tchum Ling Ning, salientou que a sua empresa está disponível em apoiar o CFB com material circulante e não tem dúvida que a pareceria firmada será vantajosa para as duas empresas.

O director-geral do Instituto Nacional dos Caminhos de Ferro de Angola, Ottoniel Manuel, disse que o acto de entrega de 60 vagões ao CFB, no âmbito de um acordo de transportes rubricado com a empresa Sinotrans Angola, representa uma mais-valia não só para a empresa, mas sim para todos os intervenientes ao longo do corredor do Lobito, com destaque para os agentes económicos.

“Os vagões irão permitir o aumento do escoamento de produtos, quer do ponto de vista da exportação, quer para a importação, permitindo maiores trocas comercias entre Angola e a RDC, concretamente o mineiro, materiais de construção e bens de primeira necessidade”, explica.

Dos 60 vagões de um conjunto de 300 até 2020 previsto no plano de Desenvolvimento, 20 estrearam ontem a primeira viagem do Lobito em direcção à Républica Democrática do Congo concretamente até ao Luau, transportando 1.200 toneladas de carga. “É importante que os outros intervenientes busquem os serviços da empresa para o transporte”, explica.