FAJ faz balanço negativo da época desportiva 2019

A Federação Angolana de Judo (FAJ) viveu momentos de turbulência durante este ano, porque o presidente Paulo Nzinga e alguns membros do órgão reitor da modalidade continuam de costas viradas

Por:Kiameso Pedro

O vice-presidente da Federação Angolana de Judo (FAJ), Paulo Jorge, considerou, ontem, a OPAÍS, negativo o balanço da temporada desportiva 2019. Paulo Jorge fez saber que a Federação teve um ano turbulento, porque o presidente Paulo Nzinga e alguns membros do órgão reitor da modalidade continuam de costas viradas. O dirigente considerou que a acusação que pesa sobre o líder da Federação por ter desviado fundos para benefício próprio, marcou negativamente a época.

O dirigente revelou que a FAJ não conseguiu cumprir alguns objectivos traçados para a época. O dirigente acusa que Paulo Nzinga nunca esteve a favor do desenvolvimento da modalidade, mas sim do roubo de fundos para o auto-consumo. Seundo o mesmo, o objectivo da Federação para este ano era o de colocar alguns atletas a disputarem os Jogos Olímpico de Tóquio, no Japão, em 2020. Paulo Jorge explicou que Diassonema Neide e Acácio Cassule não conseguiram o passe para os Jogos Olímpicos de Tóquio, no Japão, porque Paulo Nzinga não disponilibilizou as verbas para que aqueles atletas participassem sem constrangimentos. Por falta de dinheiro, os referidos atletas falharam alguns torneios de África que os permitiria somar pontos abrindo, assim, a porta de entrada para as olímpiadas do Japão.

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