Ano “negro” para o desporto angolano

Ano “negro” para o desporto angolano

O ano de 2019 foi negro para o desporto angolano. Houve mais fracassos do que sucessos dentro e fora do continente africano. Vários factores colocaram em estado sólido o rei e a rainha, ou seja, o futebol e o basquetebol no contexto das nações. Improviso e uma gestão assente em princípios empíricos de algumas federações e clubes enterraram o desporto angolano.

A crise financeira e económica que assola o país também agudizou a preparação de algumas selecções nacionais. No desporto-rei, a Selecção Nacional teve uma participação para esquecer no CAN 2019 que o Egipto acolheu. No grupo E com o Mali, a Tunísia e a Mauritânia, os Palancas não passaram da primeira fase na cidade de Ismailia.

Os pupilos de Srdjan Vasilevic ficaram na terceira posição com dois pontos resultantes de dois empates e uma derrota frente ao Mali. A Selecção Nacional teve uma prepração conturbada. Faltou dinheiro e estratégia por parte da Federação Angolana de Futebol (FAF) liderada por Artur Almeida. Depois do fracasso no CAN 2019,

o presidente de direcção do órgão que rege a modalidade no país justificou como se estivesse em zonas cinzentas. Por sua vez, a Selecção de futebol em sub-17 escreveu o seu nome no Mundial da categoria que o Brasil acolheu em Novembro passado. No palco da competição, os Palanquinhas chegaram aos oitavosde-final, batendo a Nova Zelândia por 2-1 e o Canadá pelo mesmo resultado no grupo A.

Na jornada seguinte, os atletas de Pedro Gonçalves perderam diante dos anfitriões por uma duas bo
Palancas Negras tiveram uma prestação para esquecer no CAN 2019 que o Egipto acolheu
Infantino visita Angola O presidente da FIFA, Gianni Infantino, visitou Angola em Novembro passado à convite da Federação Angolana de Futebol (FAF).

Em Luanda, com o seu filiado, Artur Almeida, fez uma visita guiada ao Campo do São Paulo, onde devera investir seis milhões de dólares e torná-lo num centro de estadio para as selecções. Infantino foi recebido pelo Presidente da República, João Lourenço, e também pelo governador provincial de Luanda, Sérgiuo Luther Rescova.