Operação Transparência ‘engorda’ cofres do Estado com mais de 96 quilates de diamantes

Operação Transparência ‘engorda’ cofres do Estado com mais de 96 quilates de diamantes

I niciada a 25 de setembro de 2018, a Operação Transparência trouxe receitas aos cofres do Estado em mais de 96 quilates de diamantes em apenas cinco meses do ano de 2019, de acordo com o balanço de um ano apresenta em Setembro. As autoridades dizem ter registado ganhos consideráveis com esta Operação que ‘engordou’ ainda os cofres do Estado com cerca de Kz 3 milhões, 35 mil e 400.

Em moedas estrangeiras entraram para as contas do país 67 mil e 800 dólares, para além dos valores que já tinham sido depositados ao longo dos meses em que decorreu a operação. Das multas aplicadas por diversos infracções, o Estado angariou para os seus cofres 97 milhões Kz 422 mil e 582

. Operação no mar No mar, a operação conseguiu travar 350 embarcações ilegais, alguns pescavam em águas angolanas e transportavam outros produtos como combustíveis. Nesta vertente impediu-se a saída 20 toneladas de mariscos e de 200 toneladas de peixe diversos, incluído as que se encontravam em situação de veda.

O destaque vai para o navio internacional de pesca Point Sant Louis, do Senegal, que tinha no seu interior mais de 213 mil toneladas de peixe atum avaliado em mais de 1 bilião de kz, sem cumprir nenhuma regra aduaneira e fi scal. Interpelou-se ainda a saída de ilegal 200 mil toneladas de combustível. Apreendeu-se também um navio petroleiro de origem panamenha denominado Remus, com cerca de dois milhões e duzentos e 33 mil litros de slops (águas de lastro, da lavagem de tanques e outras misturas de hidrocarbonetos na sala de máquinas e águas de esgoto das operações dos navios)