MPLA defende envolvimento das mulheres na preservação da paz

A dirigente partidária realçou o facto durante a VIII sessão plenária do comité local da Organização da Mulher Angolana (OMA), as quais solicitou o redobrar de esforços no trabalho com todas as franjas da sociedade civil, para a manutenção da paz, enquanto “bem precioso alcançado com muito sacrifício”.

Este desiderato, segundo Joana Lina, constitui um desafio enorme do Governo angolano, que coloca à prova toda a capacidade das organizações do MPLA, de modo a permitir que se continue a se desenvolver todas as conquistas já alcançadas, principalmente no que toca à igualdade de género e aos direitos da mulher. Realçou que o processo de moralização da sociedade exige da mulher, sobretudo as militantes da OMA, um papel determinante, através da promoção dos valores e atitudes socialmente úteis, assim como no combate à violência doméstica, ao analfabetismo, entre outros, face aos actuais e futuros desafios.

Joana Lina disse ainda ser fundamental que cada um dos membros e militante da organização feminina do MPLA, partido no poder em Angola, reafirme o seu compromisso de contribuir, de forma positiva, para a concretização de todas as acções programadas no presente ano. O evento, no qual participaram membros do secretariado nacional da OMA, provincial e dos 11 municípios da província do Huambo, onde vivem dois milhões, 519 mil e 309 habitantes, analisou e aprovou, entre outros, o plano de actividade para o presente ano.

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