Sete nacional tenta terminar sem derrotas no grupo B

A Selecção Nacional sénior masculina de andebol, que já tem a qualificação garantida para os os quartos-de-final do Africano da Tunísia, tenta terminar, hoje, de forma invicta o grupo B quando defrontar o Gabão, às 16:00

A Selecção Nacional sénior masculina de andebol, que já se encontra nos quartos-de-final do Campeonato Africano das Nações, defronta hoje o Gabão, no Pavilhão Omnisport de Radès, na Tunísia. O encontro é referente à terceira e última jornada do grupo B da competição. Em solo tunisino, o combinado nacional vai procurar terminar sem derrotas na série B. Aliás, venceu as duas primeiras jornadas do grupo B frente às selecções da Nigéria (30-24) e Líbia (20-19). Por esta razão, os pupilos às ordens de Nelson Catito, estão confiantes em vencer o adversário. Como é evidente, os “guerreiros” detêm o favoritismo por reu

nir maior experiência que o adversário. Mas, o sete nacional reconhece as capacidades técnicas e tácticas do Gabão. Por conta disso, a Selecção Nacional terá que estar na máxima força, uma vez que o Gabão só pensa em garantir a qualificação. Aliás, um desaire com Angola poderá pôr em risco o apuramento, caso a Líbia vença a Nigéria por maior número de golos. Deste modo, os gaboneses vão dar o litro para terminarem na primeira posição com cinco pontos,

relegando Angola para o segundo posto com quatro. Assim sendo, o desafio promete ser bastante equilibrado do primeiro ao último minuto. Para vencer o Gabão, o combinado angolano vai apresentar-se organizado, tirando proveito dos erros do adversário. Ainda assim, reconhece as capacidades técnicas e tácticas do Gabão.
Outras partidas: A selecção nacional da Tunísia, campeã em título, mede forças hoje com os Camarões, em partida do grupo C, a partir das 17:00. Na outra partida, a República Democrática do Congo bate-se com o Egipto, no mesmo horário. Ambas as equipas vão discutir a liderança do grupo A, uma vez que partilham com quatro pontos cada uma. Os egípcios são os vice-campeões africanos, mas sabem que têm que se aplicar a fundo, porque a RDC quer surpreender.

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