Carta do leitor: Com a Saúde não se brinca

Saudações cordiais, estimados jornalistas do Jornal da Nova Angola! Escrevo esta carta, que não sei se será publicada, para alertar aos gerentes de farmácias. Não vou aqui fazer uma consultoria de gestão logística, mas sim dar uma dica, que irá impulsionar as vendas dos produtos farmacêuticos, já que, como sabemos, não é permitido publicitar medicamentos ou produtos similares.

Como não é permitido publicitar esses produtos, as farmácias deviam ter em atenção o modo como trabalham. Por exemplo, não devemos permitir que uma farmácia, por exemplo, não tenha medicamentos para o combate à gripe, em tempo de frio. Não podemos cometer o erro de deixar o cliente sem um produto desses, numa altura em que ele mais precisa, e como se não bastasse, numa altura em que o consumo atinge o “pico”.

Da mesma forma que não podemos ir a uma farmácia comprar paracetamol e o farmacêutico responder que “não tem”. Ou estamos a investir em farmácia ou estamos a brincar a “abrir cantina que vende comprimidos”. Isto sem falar noutros produtos básicos como: álcool, aspirina, algodão, seringa, ligadura, vitamina C, betadine, soro, anti-gripe ou bálsamo(…).

As nossas farmácias, infelizmente, ainda têm estes problemas, Quanto ao atendimento, que também faz parte da prestação de serviços, ainda temos farmacêuticos que pensam que só estão ali para vender comprimidos e xarope – preocupados no comércio e não na saúde do cliente. Este assunto nos leva a “outros quinhentos”, pelo que vou deixar para a outra carta, caso esta seja publicada. Abraços calorosos, irmãos angolanos! Sumbo Nzinga

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