Chuvas provocam paralisação do centro de captação de água no Huambo

as chuvas que se abaterem, durante dois dias, sobre a cidade do Huambo, capital da província com o mesmo nome, provocaram a inundação e paralisação do Centro de Captação de Água a partir do rio Culimahala, devido ao aumento do seu caudal

De acordo com fonte dos Serviços de Protecção Civil e Bombeiro, contactada pela Angop esta segunda-feira, por este motivo a cidade deixou de receber água do mesmo por tempo indeterminado cuja capacidade é para o bombeamento de 2.730 metros cúbicos por hora. Com o objectivo de constatar os estragos, ainda hoje, a coordenadora da Comissão Provincial de Protecção Civil, Joana Lina, deslocou-se ao local, em companhia de distintos responsáveis deste organismo e do governo provincial, tendo no final recomendados aos responsáveis do sector o redobrar de esforços para a rápida reposição do sistema, tão logo seja possível.

Em menos de 30 dias, esta é a segunda vez que o Centro é forçado a paralisar devido a inundações, como consequência das chuvas. No início de Janeiro do corrente, as fortes chuvas que se abaterem sobre quase todo o território nacional provocaram igualmente danos ao sistema, com a destruição de 16 dínamos do sistema de bombeamento, o que obrigou a paralisação do fornecimento de água à cidade e a periferia. Com um universo de 815 mil 685 habitantes e uma área territorial de dois mil e 609 quilómetros quadrados, os serviços de águas contam, nesta região, com 33 mil ligações domiciliares, prevendose, com a conclusão dos trabalhos de reestruturação da rede antiga, em curso, financiados pela linha de crédito da China e o Banco Mundial, elevar este número para 90 mil, incluindo as zonas industriais. Entre os vários projectos em execução neste domínio, destaque para o novo Centro de Captação, Tratamento e Abastecimento de Água, a partir do rio Kunhongamua, com capacidade para bombear 46 mil metros cúbicos por dia, que nesta altura encontra-se em fase de testes.

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