Executivo garante atender as necessidades dos sobreviventes do 4 de Fevereiro

Para o secretário de Estado da Cultura, Aguinaldo Cristóvão, o envolvimento dos sobreviventes nos processos que são do seu interesse vai produzir uma maior compreensão dos esforços que estão a ser desenvolvidos para que, de um modo geral, venham a sentir-se que a sua história esta salvaguardada nos diversos espaços históricos do país

O secretário de Estado da Cultura, Aguinaldo Cristóvão, garantiu que o Executivo está a trabalhar para atender as reclamações dos sobreviventes do 4 de Fevereiro de 1961. Segundo o governante, muitas destas necessidades são pertinentes, pelo que há todo o interesse da parte do Governo em dar resposta. Conforme explicou, é necessário compreender que algumas destas reclamações têm enquadramento ao nível central e outros são de nível local. Mas, notou, o exercício que tem sido feito é de aproximar cada vez mais os sobreviventes das actividades e discussões que são realizadas à volta do seu interesse.

“Nós temos uma relação privilegiada com os sobreviventes do 4 de Fevereiro e com todos aqueles que perderam os seus familiares durante a luta de libertação”, frisou De acordo com Aguinaldo Cristóvão, o envolvimento dos sobreviventes nos processos que são do seu interesse vai produzir uma maior compreensão dos esforços que estão a ser desenvolvidos para que, de um modo geral, venham a sentir que a sua história está salvaguardada nos diversos espaços históricos do país. O político, que falava durante o acto provincial das actividades relativas ao 4 de Fevereiro, data o início da luta armada de libertação nacional, fez saber que o marco hitórico do 4 de Fevereiro é parte da história do país e constitui um dos marcos mais importantes de toda a história heroóca no âmbito do processo de libertação do país que deu lugar à independência nacional.

“Era Sábado e o calendário assinalava 4 de Fevereiro de 1961. O dia despertou com um movimento estranho. Um grupo de homens determinados, liderados por Neves Bendinha, Paiva Domingos da Silva, Domingos Manuel Mateus, Imperial Santana e Virgílio Sotto Mayor, num total de cerca de duzentos homens, desencadeou um conjunto de acções em Luanda cujo objectivo era libertar os presos políticos que se encontravam nas cadeias, acusados pelas autoridades coloniais de actividades subversivas”, lembrou

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