Decisão baseada em factos do Reino Unido (é) boa para uma infra-estrutura mais avançada e segura nas telecomunicações

A Huawei está confortada com a confirmação do governo inglês relativamente à autorização dada para que a empresa participe na estreia da 5G naquele país. O vice-presidente da Huawei, Victor Zhang declarou que “essa decisão baseada em factos resultará numa infra-estrutura de telecomunicações mais avançada, mais segura e com custos mais eficientes, o que é adequado para o futuro. Isto dá a Inglaterra acesso à tecnologia líder de mercado no mundo e assegura a sua competitividade no mercado.”

O governo britânico anunciou na Terça-feira que permitirão à Huawei construir a próxima geração super rápida de internet sem fios do país, apesar da ameaça norte-americana em que se alega que, o uso de equipamentos da Huawei em Inglaterra, poderia enfraquecer as alianças de inteligência e comércio com os Estados Unidos da América. Zhang enunciou que a Huawei tem um repertório forte no fornecimento de tecnologia de ponta a operadores de telecomunicações no Reino Unido há mais de 15 anos. Isso irá continuar “apoiando os clientes no seu investimento na rede 5G, melhorando o crescimento económico e ajudando o Reino Unido a continuar a competir globalmente.”

O evidente repertório na segurança cibernética da Huawei foi reconhecido por dois comités parlamentares em Inglaterra, o país no mundo com o mais rígido supervisionamento das indústrias chinesas e, proeminentes oficiais da inteligência concordam que não há nenhuma razão técnica para excluir a Huawei da rede 5G do Reino Unido. O governo britânico tem acesso total para avaliar os produtos da Huawei através do Centro de Avaliação e Segurança Cibernética da Huawei, inaugurado em Inglaterra em 2010. O conselho de supervisão da unidade é liderado pelo C.E.O. do Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido, com membros do governo, incluindo o sector governamental da comunicação, bem como o das telecomunicações. Zhang acrescentou que a Huawei concorda que um mercado diversificado de vendas e a concorrência justa são essenciais para a credibilidade e inovação, bem como para assegurar que os clientes têm acesso à melhor tecnologia possível.

Dexter Thillien, um analista sénior de Telecomunicações, Media e Tecnologia, na Fitch Solutions declarou à CNBC que “três é melhor do que dois”, disse que, “se você banir a Huawei, pode escolher entre a Ericsson e a Nokia. Falta-lhe competição.” Um estudo feito pela Mobile UK mostrou que excluir a Huawei custaria 7 bilhões de libras à economia britânica e resultaria em redes 5G mais caras, aumentando-se os preços para qualquer um que tenha um telemóvel. Na União Europeia, nenhum governo impôs uma exclusão total da Huawei. Os operadores alertam que banir a Huawei poderá adicionar anos de atraso e bilhões em custos aos países Europeus, no lançamento da rede 5G.

A Chanceler alemã Angela Merkel disse, na semana passada, que a diversificação é crucial para garantir a segurança de um país na estreia em tecnologia móvel 5G e, evitando-se um fornecedor arrisca-se a ser contraproducente. Zhang disse que o foco da Huawei permanecerá no fornecimento de equipamentos seguros e credíveis aos clientes, para que mantenhamos os seus apoios, continuando a ajudar a criar empregos e prosperidade no Reino Unido. A Huawei gerou uma contribuição de 1.7 bilhões de libras no Produto Interno Bruto (P.I.B.) de Inglaterra somente no ano de 2018, segundo uma pesquisa da Oxford Economics

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