Combate ao novo coronavírus necessita cooperação global

Em meio ao surto do novo coronavírus, a China une todas as forças do país para lutar contra esta epidemia viral, tendo adoptado uma série de medidas eficientes, o que conquista o apoio e elogio da comunidade internacional. Os políticos e representantes de vários países e organizações internaconais expressam a confiança na China e apelam para uma cooperação internacional na luta contra o vírus

O primeiro-ministro espanhol Pedro Sanchez, no encontro com os representantes da comunidade chinesa residentes em Madrid, no dia 4, expressou solidariedade e apoio ao governo e povo da China. Ele disse que as medidas adoptadas pela China são eficientes e fortes, acreditando que o país seja capaz de vencer a epidemia.

Num telegrama enviado a Xi Jinping, o presidente russo, Vladimir Putin, manifestou a solidariedade com o sofrimento e perda do povo chinês causados pelo coronavírus, desejando que os infectados se recuperem o mais cedo possível. Ele afirmou acreditar que com a liderança de Xi e as medidas resolutas, a China conterá a disseminação da epidemia e reduzirá as perdas.

Como segunda maior economia do mundo, um possível impacto da epidemia na economia chinesa preocupa a comunidade internacional. Vale merecer que o FMI e o Banco Mundial tomaram uma posição positiva sobre as medidas chinesas para conter a epidemia, mostrando a confiança na perspectiva da economia chinesa.

O Banco Mundial afirmou, no dia 3, que o governo chinês tem bastante espaço político para lidar com o vírus e já deu impulso de grande escala ao mercado, o que é favorável ao alívio do impacto no crescimento económico causado pela epidemia.

A directora- geral do FMI, Kristalina Georgieva, disse, no dia 3, nas redes sociais que o FMI apoia as medidas fiscal, monetária e financeira adoptadas pelo governo chinês durante o último período para combater o coronavírus. Na época da globalização, os países do mundo estão bem vinculados e o coronavírus é um inimigo comum da humanidade.

Perante esta crise, a comunidade internacional deve lutar contra este inimigo de mãos dadas. Infelizemente, surgem alguns rumores e sentimento de pânico nalguns países, até a discriminação contra os chineses. Em respeito a este fenómeno, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou que em meio à situação severa, são preocupantes os comportamentos como a discriminação, violação dos direitos humanos e estigma contra grupos inocentes.

Ele pediu à comunidade internacional a prestar mais atenção aos grupos inocentes e infetados, para protegê- los dos insultos e estigmas. O vírus e a epidemia não têm nacionalidade nem raça. A história da luta da humanidade contra a peste, cólera, Sars e Ébola comprova que o combate ao vírus precisa a cooperação internacional.

O professor da Universidade Columbia, Walter Ian Lipkin, conhecido como “caçador de vírus”, elogiou as medidas chinesas para conrolar o coronavíris numa entrevista concedida à imprensa dias atrás.

“A ciência não tem fronteira, especialmente na época da globalização, prevenir a ameaça das epidemias de todos os tipos é a missão comum dos cientistas de cada país”, afirmou Lipkin, acrescentando que a única maneira de vencer a epidemia viral causada pelo coronavírus é o reforço da comunidade internacional, como apontou a OMS.

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