Ministra diz que Angola está preparada para dar resposta célere ao Coronavírus

O Corpo Diplomático acreditado em Angola foi ontem informado sobre o Plano Nacional de Contingência para o controlo da epidemia do Covid-19 (Coronavírus) no país e como está a ser garantida uma resposta adequada e eficiente, em cumprimento do Regulamento Sanitário Internacional

A ministra da saúde, Sílvia Lutucuta, disse ontem, durante o encontro no Ministério das Relações Exteriores, em Luanda, que estão a desenvolver acções que garantem a aplicação do Regulamento Sanitário Internacional para redobrar a vigilância epidémica nos aeroportos e portos e nos meios de transporte oriundos de regiões e países com ocorrência de casos de Covid-19 (Coronavírus). Sílvia Lucutuca referiu que Angola tudo está a fazer para garantir as condições para uma resposta célere e eficaz a eventuais casos do Covid-19 (Coronavírus) no país, contando sempre com o apoio da comunidade internacional e dos parceiros com quem trabalha mais directamente no domínio da saúde.

A ministra informou, segundo um comunicado mandado a nossa redacção, ao corpo diplomático sobre as medidas desenvolvidas pelo Executivo para fazer face a um eventual surto de Covid-19 (Coronavírus) no país, tendo apelado os cidadãos a respeitarem as deliberações e os conselhos do Executivo. “Todas as medidas sanitárias resultam da necessidade de diminuição do risco de infecção e se enquadram nas normas estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde. Apelo a todos a respeitarem as acções do Executivo Angolano nesta matéria, pois visam tão-somente salvaguardar o bem-estar de todos os cidadãos nacionais e estrangeiros residentes no território nacional”, disse. Já o representante das Nações Unidas em Angola, Paollo Balladelli mostrou-se satisfeito com as medidas implementadas pelo Executivo, apelando, no entanto, a necessidade de se evitar a estigmatização.

O embaixador da República Popular da China em Angola, Gong Tao, disse estar a trabalhar directamente com as autoridades angolanas na busca de mecanismos para contribuir na implementação dos planos de prevenção e controlo da epidemia em Angola. Até ao momento foram identificados em Angola dois casos suspeitos de Covid-19 (Coronavírus), para os quais os resultados laboratoriais foram negativos ao novo coronavírus (SARS Cov 2). O Executivo angolano está a levar a cabo um conjunto de acções preventivas, sendo uma delas a quarentena obrigatória de, no mínimo, catorze dias a todos os cidadãos que em qualquer momento, no decurso desta epidemia, tenham estado na República Popular da China ou em contacto com doentes afectados por Covid-19 (Coronavírus). Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta

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