Artur terá oponentes na corrida…

Muitas vezes, o discurso dos dirigentes desportivos assemelha- se ao dos dirigentes políticos. Para atingirem determinados objectivos, fazem do surrealismo uma realidade absoluta. As promesas e a não exigência do cumprimento das mesmas, é quase sempre um problema cultural em muitas paragens. A recandidatura de Artur Almeida à presidência da Federação Angolana de Futebol (FAF) para o quadriénio 2020/2024 não é algo novo. Mesmo tendo muitas “feridas” na gestão anterior (2016/2020), o responsável acredita que ainda pode fazer algo pela FAF. Por isso, assume de peito aberto que a sua “recandidatura” é uma questão de nação, ou seja, é um compromisso com o futebol. O inconclusivo programa terá p ernas para andar se for reconduzido ou os menos atentos continuarão a acreditar em falácias? Basta lembrar que logo no início do seu mandato teve divergências com vários membros do seu “barco”. Saltaram. Abandonados em alto mar, cada um apanhou o seu rumo sem justifi car. Artur Ameida fracassou no CAN 2019 que o Egipto acolheu. O improviso no palco da prova falou mais alto. Mas, a espinha continua atravessada na garganta no que concerne à rescisão contratual com o técnico dos Palancas Negras, Srdjan Vasilevic. É ponto assente que o presidente “cessante” não vai concorrer ao cadeirão máximo da FAF a solo. Em Junho, data da marcação das eleições no órgão que rege a modalidade no país, Artur Almeida vai conhecer os seus oponentes. Já se fala que Norberto de Castro, ex-membro so seu elenco, que poderá entrar na corrida às eleições na FAF, portanto, outros estão por se pronunciar.

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