MPLA aposta no fortalecimento da Mulher

O MPLA continua a apostar no fortalecimento do papel da mulher na vida política, económica e social, com realce para a sua presença qualitativa e competitiva nos órgãos de decisão, disse, ontem, a vice-presidente do partido, Luísa Damião

A líder, que falava durante a abertura da campanha Março mulher, sob o lema “ Mulher Angolana e a Cidadania Consciente, Rumo ao Desenvolvimento”, disse ser necessário o reforço da presença do papel da mulher na sociedade civil, para a consolidação do processo de construção de uma sociedade cada vez mais democrática, justa e inclusiva. Afirmou que a Organização da Mulher Angolana (OMA), como guardiã e digna defensora dos nobres direitos da mulher angolana, deve continuar a fazer a sua eficiente advocacia em prol da igualdade do gênero e do empoderamento da camada feminina.

Deve ainda esta organização feminina, de acordo com Luísa Damião, prestar maior atenção à mulher rural, incentivá-la a assumir um maior protagonismo na vida política, económica, social e cultural do país, tendo em consideração os grandes desafios que se avizinham. O país tem muitos desafios que estão a merecer uma atenção especial do Executivo, principalmente no domínio económico e social, para responder aos anseios do povo. Nesta senda, as mulheres encorajam o Presidente João Lourenço a criar estratégias para a redução de crianças fora do sistema de ensino.

Angola diz basta à corrupção Várias marchas de repúdio às práticas de corrupção e impunidade, convocadas pelo MPLA, decorreram, neste Sábado, em 17 das 18 províncias do país. As manifestações decorreram numa altura em que o Governo, suportado pelo MPLA, intensifica o combate contra os grupos de monopólios e contra os maus gestores da coisa pública, no cumprimento do seu programa eleitoral.

As marchas aconteceram nas províncias de Luanda, do Namibe, Zaire, Bié, de Benguela, da Lunda Sul, Huíla, do Moxico, Cuanza-Norte, Bengo, Cuando Cubango, da Lunda-Norte, de Malanje, Cunene, Cuanza-Sul, Huambo e Uíge. Em Cabinda não houve. Na capital do país, participaram no acto pelo menos três mil cidadãos, que partiram do Comité Provincial de Luanda do MPLA até ao Largo das Escolas, nas imediações da Praça da Independência, pronunciando mensagens de encorajamento ao Governo para prosseguir o combate contra as más práticas. No final do acto, o primeiro secretário provincial do MPLA, Sérgio Luther Rescova, afirmou que a luta contra a corrupção é um compromisso que todos têm que assumir. O político reiterou o apoio às medidas implementadas pelo Presidente da República, João Lourenço, desde que assumiu o poder a 26 de Setembro de 2017.

O combate à corrupção, à impunidade, ao peculato e ao branqueamento de capitais conta entre as principais acções do Governo liderado pelo MPLA. No quadro dessas medidas, conduzidas pelas autoridades judiciais, o país tem recuperado vários activos construídos com fundos públicos, que se encontravam sob gestão de entidades particulares, e melhorado a gestão da coisa pública. Nesse mesmo âmbito, as autoridades governativas e judiciais angolanas levam a cabo um árduo trabalho para acabar com os grupos de monopólios que obstaculizavam a livre concorrência e “minavam” o ambiente de negócios. Para tal, o Governo lançou,

Desde 2017, mão a novas estratégias de combate a práticas nocivas que, por mais de 40 anos, aumentaram as desigualdades sociais. Desde 2018, várias entidades que fizeram parte do Governo e gestores públicos têm sido investigados pela Procuradoria Geral da República (PGR), sendo que alguns destes já foram julgados e condenados.

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