Uganda tem um mês para verificar alegações do Rwanda

A República do Uganda deverá, no prazo de um mês, verificar as alegações do vizinho Rwanda sobre as acções provenientes do seu território perpetradas por forças hostis ao Governo rwandês

A recomendação é uma das principais decisões saídas da 4ª Cimeira Quadripartida (Angola, Uganda, Rwanda e República Democrática do Congo), que decorreu Sexta-feira na região de Gatuna-Katuna, fronteiriça entre o Rwanda e o Uganda. O comunicado do encontro refere que caso sejam provadas as alegadas acções, o Governo ugandês deverá tomar as medidas necessárias para a sua cessação.

Sublinha que a acção deve ser verificada e confirmada pela comissão ministerial “Ad-Hoc” para a implementação do Memorando de Entendimento de Luanda. Uma vez cumprida essa recomendação e reportada aos Chefes de Estado, prossegue a nota, os mediadores realizarão, 15 dias depois, em Gatuna-Katuna, uma outra Cimeira quadripartida para a cerimónia solene de reabertura das fronteiras e consequente normalização das relações entre ambos países. Um dos objectivos da reunião é uma das principais decisões saídas da 4ª Cimeira Quadripartida (Angola, Uganda, Rwanda e República Democrática do Congo), que decorreu Sexta-feira na região de Gatuna-Katuna, fronteiriça entre o Rwanda e o Uganda. O comunicado do encontro refere que caso sejam provadas as alegadas acções, o Governo ugandês deverá tomar as medidas necessárias para a sua cessação.

Uganda de colaborar com a Oposição rwandesa e com forças hutus para desestabilizar o seu país. Por seu turno, Museveni acusou Kagame de assassinato de adversários políticos no território ugandês. O Rwanda e o Uganda, dois países da África Oriental sem saída para o mar, fazem parte da Conferência Internacional para a Região dos Grandes Lagos (CIRGL), juntamente com Angola, República Democrática do Congo, Burundi, República D. Congo, República Centro Africana, Tanzânia, Sudão, Quénia e Zâmbia.

 

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