Benguela acolhe abertura do ano académico do Ensino Superior

O Ministério do Ensino Superior Ciência e Tecnologia e Inovação realiza, hoje, 28, na província de Benguela, a abertura do ano académico 2020 do ensino Superior. O acto acontece no Instituto Superior Jean Piaget, que alcançou a meta de 6 mil estudantes

O director-geral do Instituto Superior Politécnico Jean Piaget em Benguela, Carlos Pacatolo, referiu que a escolha da instituição que dirige para a abertura do ano académico é motivo de satisfação e reconhecimento no contexto das instituições de ensino superior de Benguela, quiçá do país. Ressaltou que tudo isso é fruto dos investimentos em infra-estruturas, mas também sinal de maior responsabilidade no equilíbrio do tripé “ensino, investigação e extensão universitária”.

Carlos Pacatolo revelou que a instituição atingiu, no ano transacto, a meta de 6 mil estudantes e no presente ano prevê atingir 6 mil e 800 estudantes, tendo em conta o número de inscrições. Segundo ele, no total, foram registadas 2 mil candidaturas pela primeira vez, deste número, 1.500 fi zeram exames que resultaram na admissão de um total de 1.400 estudantes. O dirigente avançou que a Instituição ainda não atingiu a capacidade total e, por esse motivo, está a decorrer a segunda chamada para alguns cursos. “Neste momento, decorrem as inscrições para a segunda chamada, de modo a completar os três turnos, nomeadamente de manhã, tarde e noite. Temos capacidade física instalada para receber perto de 8 mil estudantes”, explica. Em Agosto do ano em curso, a instituição vai lançar 300 licenciados para o mercado de trabalho e está prevista a abertura de dois cursos de mestrado.

Cursos de saúde lideram a procura

Neste momento, a instituição conta com 16 cursos de licenciatura e dois cursos de mestrado. Os cursos de enfermagem, obstetrícia, ciências farmacêuticas, radiologia e análises clínicas e saúde pública são os que têm maior procura por parte dos estudantes. Carlos Pacatolo revelou que no presente ano lectivo o Ministério do Ensino Superior regulou o número de vagas dos cursos de ciências de saúde no país, porque no âmbito nacional de formação de quadros são considerados cursos ex-cendentários. “Duas semanas depois das inscrições tivemos de encerrar, porque já não havia vagas”, disse.

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