Três Sorrisos ajuda famílias carrenciadas com bolsas de estudos externas

A empresa Três Sorrisos tem um projecto que oferece propostas de bolsas de até 75% aos indivíduos ou famílias que não possuem condições financeiras para arcar com 100% da mensalidade. As bolsas, direccionadas para as famílias com pouca renda financeira, variam de três a sete milhões de Kwanzas e são para o Brasil

O porta-voz da empresa Três Sorrisos – bolsas de estudo, Cláudio Reginaldo, explicou que a sua instituição e universidades no exterior tem mais de 150 cursos em carteira, actualmente trabalham apenas o Brasil. A firma busca parcerias com instituições no exterior, entre elas universidades, centros universitários e faculdades, e cria mecanismos legais com objectivo de proporcionar uma viagem de formação profissional completa e de qualidade para os estudantes.

O projecto oferece propostas de bolsas de até 75% aos indivíduos ou famílias que não possuem condições financeiras para arcar com os 100% da mensalidade.De acordo com Cláudio Reginaldo, as famílias interessadas apresentam as suas necessidades e disponibilidades e, em função da avaliação feita e diante de algumas modalidades de bolsas é oferecida a proposta ao indivíduo ou família.

O objectivo da Três Sorrisos – bolsas de estudo é atingir as classes baixas, aqueles que estão sem oportunidades, sendo que os intervenientes do projecto são os indivíduos com pouca renda financeira, famílias mais necessitadas, instituições de ensino e outros colaboradores. “Queremos mostrar para elas a possibilidade de realização e a devolução de um sorriso melhor. É um grande prazer, nós, como empresa, ajudarmos o próximo, no sentido de proporcionar melhores condições para se incluírem no mercado de trabalho”, disse. Os estudantes terão a oportunidade de aplicar todo o conhecimento agregado no decorrer do curso e obter horas para o Estágio.

Porém, para fazer parte do projecto, há que obedecer- se alguns princípios quanto à sua execução, designadamente a participação num exame no exterior para posteriormente receber a carta de chamada para obtenção do visto de estudante. Entretanto, pessoas com renda baixa não têm condições de viajar para fazer a prova e voltar com a carta de chamada para, consequentemente, dar entrada do visto. Deste modo, a empresa em questão vincula um contrato com as universidades, de modo que se encontre um meio-termo para se ultrapassar a situação, como fez saber o porta-voz.

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