Perfurado com sucesso segundo poço de avaliação no campo petrolífero Agogo-3

Os resultados do poço Agogo-3 aumentam o tamanho do campo para mil milhões de barris de petróleo e pavimentam o caminho para o desenvolvimento completo do campo com um terceiro centro de produção A Eni perfurou com sucesso o Agogo-3, o segundo poço de avaliação da descoberta do Agogo no Bloco 15/06, no offshore de Angola, aumentando em cerca de 40% a estimativa de petróleo existente, que é agora de mil milhões de barris, com potencial adicional a ser testado no sector Norte do campo. O poço Agogo-3 foi perfurado pelo navio de perfuração Libongos a 1,5 Km a noroeste do poço Agogo-2 e a 4,5 Km a noroeste do poço Agogo-1. Está localizado a aproximadamente 180 Km da costa e a 23 Km do Pólo Oeste (FPSO N’Goma). Este poço de avaliação está localizado a uma profundidade de 1.700 metros e atingiu uma profundidade total medida de 4.321 metros. O poço Agogo-3 encontrou uma coluna de até 120 metros de petróleo leve (31 ° API) em arenitos de idade do Mioceno e Oligoceno com excelentes propriedades petrofísicas.

Foi realizada uma intensa aquisição de dados no poço que confirmam a comunicação com os reservatórios Agogo-2 e a extensão adicional da descoberta de Agogo em direcção a Norte. O poço Agogo 3 foi planeado e perfurado como um poço altamente desviado para alcançar as sequências abaixo do espesso manto de sal, aproveitando as avançadas tecnologias proprietárias da Eni de imagem sísmica, e confirmou a existência de um reservatório de petróleo carregado e conectado também neste sector abaixo de sal da mega-estrutura Agogo. Os dados adquiridos indicam uma capacidade de produção superior a 15 mil barris de petróleo por dia.

O Grupo Empreiteiro do Bloco 15/06 (Eni, operadora, 36,8421%; Sonangol P&P, 36,8421%; SSI Fifteen Limited, 26,3158%) anunciou em Janeiro deste ano o início da produção do campo Agogo com uma ligação submarina à FPSO Ngoma do Agogo 1, apenas nove meses após a descoberta. A Eni e os parceiros do Grupo Empreiteiro já iniciaram os estudos para explorar o potencial completo do campo por meio de um terceiro centro de produção, visando uma decisão final de investimento em 2021. Angola desempenha um papel fundamental na estratégia de crescimento orgânico da Eni, presente no país desde 1980, com uma cota-produção actual de cerca de 140.000 barris de petróleo equivalente por dia. Além do Bloco 15/06, a Eni opera, actualmente, o Bloco Cabinda-Norte, localizado no onshore angolano, e aumentará as suas áreas de operação adicionando os Blocos 1/14 (bacia do baixo Congo), Cabinda Centro (onshore) e o Bloco 28 na bacia do Namibe.

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