Fuga à maternidade merece reflexão da sociedade, diz responsável

A directora do Gabinete Provincial da Acção Social, Família e Igualdade do Género, Maria Lopes Neto, afirmou ontem, Domingo, no Sumbe, Cuanza-Sul, que a fuga à maternidade deve merecer uma reflexão profunda da sociedade, visto que destrói o crescimento integral e harmonioso da criança

A responsável, que falava à imprensa à margem da abertura das jornadas Março/Mulher, realçou, sem avançar dados, que a fuga à maternidade deve ser considerada um acto reprovável,acrescentando que, infelizmente, estes casos não são reportados e são considerados normais na sociedade. Ressaltou que muitas avós criam os netos como se fossem mães, o que é reprovável.

Por esta razão, defende um acompanhamento com campanhas e palestras nas comunidades sobre a desvantagem da gravidez precoce e formas de prevenção. Na abertura do certame, a vice-governadora para o sector político e social, Emília Chinawalile, destacou a importância de uma dr dr atenção especial às famílias nos domínios social e económico, visando a estabilidade e prevenção das mais variadas formas de violência doméstica.

Durante o mês, sob o lema “ homens e mulheres juntos na aceleração da redução da disparidade do género”, serão dissertados temas como” a emancipação da mulher”, “o resgate da autoestima da mulher” , “ as causas, prevenção e resoluções da violência”, “ a segurança no seio da família” e “o empoderamento da mulher e a igualdade do género”.

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