Editorial: Um silêncio infeliz

Nesta Segunda-feira saiu a notícia sobre a libertação do tenente-general na reforma Bento Kangamba. As autoridades não lhe deram qualquer destaque, aliás, a nova veio por via da assessoria de Kangamba, a mesma que se tinha dedicado no fi m-de-semana a “desmontar” o comunicado produzido pela Procuradoria Geral da república a anunciar e a justifi car a prisão do general.

Ora, estiveram mal as autoridades neste silêncio, deveriam ter sido elas, garantes da legalidade, a primeiras a anunciar a soltura, para anular a ideia de conspiração contra “alguns poderosos”, para proteger-se da imagem de incompetência que o povo pode montar neste caso, fazendo prevalecer, antes, a verdade de que a justiça funciona sempre e tanto pode ser a favor do Estado quanto do cidadão.

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