Cesta básica assegurada por 14 províncias

O responsável do Gabinete de Comunicação Institucional do Ministério, Benedito Kayela, referiu trata-se do cumprimento do Decreto Presidencial N.° 23/19 de 14 de Janeiro, que obriga os importadores a priorizarem a compra dos bens da cesta básica e as suas matérias-primas produzidos em Angola, em detrimento da sua importação.

“O Ministério da Economia e Planeamento pretende juntar produtores, comerciantes, importadores de matériaprima para apostar no crescimento da produção local. Por outro lado, antes de importar produtos é necessário fazer um levantamento a nível de produtores locais para saber se podem fornecer ou efectuar contractos futuros ”, explica Segundo ele, os encontros vão acontecer nas províncias Lubango, Cunene, e Bengo (4), Benguela e Zaire (5),Moxico, Huambo e Uige (6) Bié, Lunda Sul (7),Cuanza Norte, Lunda Norte e Malanje (9)

“O objectivo de actividade prende-se com o balanço dos pedidos de financiamento bancário para o PAC, apresentar a estratégia de identificação de até 15 cooperativas para apoiar em cada província, estruturação e treinamento da equipa de gestão e o acesso ao mercado e promover acordos de compra e venda futura entre comerciantes e produtores industriais”, esclarece.

A equipa de trabalho está constituída pelo Ministro da Economia e Planeamento, Sérgio dos Santos, o Secretário de Estado para a Economia, Mário João, o Director Nacional para a Economia, Competitividade e Inovação, César Araújo e o Chefe do Departamento para a Economia, João Nkosi que vão chefiar as quatro delegações que integram quadros seniores do Banco Desenvolvimento de Angola (BDA) e quatro empresas de consultoria em preparação de projectos de pedido de financiamento bancário. Por sua vez, o vice – presidente da Confederação Empresarial de Angola (CEA), Mito Silva, diz que os produtores na província de Luanda enalteceram a iniciativa do Ministério da Economia e Planeamento porque vão poder aumentar os níveis de produção e fornecer os produtos sem se preocuparem com o escoamento. “Há um interesse por parte dos produtores em aumentar o nível de produção para fornecer ao Governo e serem inseridos nos produtos na cesta básica. Por outro lado, os agricultores vão participar num encontro que vai culminar com o congresso da produção nacional no próximo mês de Maio ”, explica.

error: Content is protected !!