CNE aprecia plano anual

A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) apreciou ontem (Quinta-feira) o plano de acção para este ano, aberto à convocação e realização das eleições autárquicas

A informação foi prestada pelo porta-voz da II reunião plenária da CNE, Lucas Quilundo. Segundo o porta-voz, o plano de acção já havia sido aprovado em Fevereiro, mas teve que ser reapreciado em função da eleição do novo presidente da CNE, feita pelo Conselho Nacional da Magistratura Judicial. Esta é a primeira reunião orientada pelo novo presidente da CNE, Manuel Pereira da Silva, que foi empossado no cargo a 19 de Fevereiro último.

Sem entrar em detalhes, o porta- voz falou da necessidade de se enquadrar o plano anual de actividades de 2020 nas bases gerais de preparação das autarquias, agendadas para o presente ano. Esclareceu que “o plano é instrumento previsional que determinará a existência, ou não, de condições para conduzir processos eleitorais”. Ante a necessidade de circulação da informação dos processos eleitorais, Lucas Quilundo defendeu a necessidade de se ter em conta o estado das infraestruturas, como estradas, redes eléctrica e de telecomunicações.

Informou que o plenário anuiu alterações pontuais dos grupos de trabalho, com a saída, por vontade própria, do comissário Cláudio Silva, bem como a movimentação e recondução de quadros em cargos de direcção e chefia. Em relação às obras das sedes provinciais da CNE, realçou que a do Bié será, brevemente, inaugurada.

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