Editorial: Caminho conjunto

No ano passado foram registados oficialmente setecentos e dois casos de violência doméstica praticada por mulheres em Angola. ou seja, apesar da ideia geral de que a mulher é a vítima deste tipo de crime, há casos em que elas estão em posição inversa. Cada vez mais, a violência não tem rosto e nem género, apesar da maior força física do homem. Cada vez mais há que trabalhar para que o espaço família não seja um campo de batalha, de dominação, de abusos. E isto passa pela aplicação dura da lei, pela promoção de melhor educação e pela promoção de melhor qualidade de vida. A luta contra a violência doméstica é um caminho que se tem de fazer em conjunto, não é um exclusivo das mulheres, antes pelo contrário.

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