Comite Paralímpico Angolano aposta no halterofilismo

O Comité Paralímpico Angolano (CPA), encabeçado por Leonel da Rocha Pinto, estreia este ano o Campeonato Nacional de halterofilismo adaptado em masculinos e em femininos, segundo fonte do comité supracitado. A mesma fonte assegurou que esta modalidade é praticada no país desde 2015 com boa adesão nas províncias de Luanda, Benguela, Huambo, Bié, Cuanza-Sul e Moxico.

Na capital do país, a modalidade é liderada pelo treinador António Baltazar, cuja base de formação assenta em dois cursos organizados pela Associação dos Comités Olímpicos Africanos e pela Agitos Fundation, órgão afecto ao Comité Paralímpico Internacional. Deste modo, o grupo é composto por quatro atletas, nomeadamente, Pedro Adão (49 kgs), Manuel dos Santos (75 kgs), Mauro Luís (49 kgs) e a única praticante na capital do sexo feminino Adriana Elokoko (52 kgs).

Histórico

O halterofilismo é certamente o desporto que mais exige força física de seus praticantes. O mesmo é disputado desde os Jogos Para- olímpicos de 1964 (Tóquio), é destinado a desportistas com paralisia cerebral, lesados medulares e amputados, apenas da cintura para baixo. Os atletas são divididos em dez categorias, de acordo com o seu peso corporal. Deitados, os atletas devem trazer a barra com pesos ao peito, mantê-la estável e erguê-la fazendo a extensão completa dos braços, para então a retornarem à posição original. Vence quem levantar o maior peso. O halterofilismo é actualmente praticado em mais de 100 países, e as mulheres competiram pela primeira vez em 2000, nos Jogos de Sydney.

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