UNITA define 2020 como ano da cidadania

O partido, que abriu o seu ano político no Huambo, aponta o interesse à alternância e ao desenvolvimento inclusivo como sendo os únicos caminhos que Angoa deve percorrer para a mudança do quadro social, politico e económico

O secretario nacional para os antigos combatentes da UNITA, Abílio Kamalata Numa, afirmou, ontem, na província do Huambo, que o seu partido consagra 2020 como o ano da afirmação da cidadania, a julgar pelas mudanças que o país está a registar com os jovens cada vez mais a exigirem os seus direitos e a participação activa na vida do país. O politico, que falava no acto de abertura do ano político do seu partido, falou da a consagração de 2020 como sendo o período da afirmação da cidadania por conta do interesse da alternância e do desenvolvimento inclusivo que o seu partido continua a defender, já que assumem-se como sendo os únicos caminhos que Angoa deve percorrer para a mudança do quadro social, politico e económico.

Por outro lado, Abílio Kamalata Numa fez saber que a recente mudança na direcção do partido, com a cessação do mandato de Isaías Samakuva e a entrada em cena de Adalberto Costa Júnior, demonstra a maturidade política do partido que desde a sua existência vem demonstrando que está interessado em lutar por uma Angola mais justa e desenvolvida. “Através de uma transição responsável, a UNITA está a demonstrar, com muita serenidade, que é um partido maduro. Por isso, consagramos o 2020 como o ano da consagração da cidadania, da alternância e do desenvolvimento inclusivo”, notou.

Por seu turno, o primeiro secretário provincial do partido no Huambo, Alcino Kuvalela, afirmou que o Orçamento Geral do Estado cabimentado para a província não chega para atender às necessidades das populações locais que ainda se debatem com sérios problemas sociais. Segundo o político, a província continua a ser assolada por elevados casos de malária que vêm causando a morte de muitos populares, sobretudo de crianças de tenra idade. Porém, face a essas todas dificuldades, Alcino Kuvalela afirmou que é necessária a realização das eleições autárquicas para que os cidadãos tenham a possibilidade de escolher livremente os seus governantes.

leave a reply